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Os atrasados do costume

por Nuno Saraiva, em 11.06.13

 

Estava capaz de comprar o último livro de Miguel Sousa Tavares, mas não o encontro na Kindle Store.

 

Sempre era mais um livro vendido.

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publicado às 15:58


50 sombras de grey

por Nuno Saraiva, em 17.10.12

 

Sou um tipo relativamente banal no que respeita à leitura. Banal, no sentido de diversificado. Não digo que não à literatura light - li os quatros livros da série "Crepúsculo", "As palavras que nunca te direi" e provavelmente mais uma série de "livros de gaja".

 

Leio os grandes best sellers como os livros de Dan Brown e de José Rodrigues dos Santos.

 

Não me fico por aí, leio com gosto, coisas mais intelectuais, como “O afinador de pianos”, de Daniel Manson; “O Messias” de Boris Starling, e alguns clássicos como o “Crime e Castigo” e o “Retrato de Dorian Gray”, o MEC, Sousa Tavares, entre outros.

 

Pelo meio leio tudo: os clássicos de Hitchcock, de Aghata Christie, o “Senhor dos Anéis” e os livros do GRRM.

 

Leio sobre maçonaria, sobre viagens no tempo, sobre ficção cientifica, sobre o poder da mente e o poder do positivismo, sobre zen e feng shui, sobre essa fonte de energia que é Deus.

 

Esta introdução para dizer que parti para a leitura do livro de E.L. James, as “50 sombras de Grey” sem uma tendência contra ou a favor.

 

 

 

(a partir daqui, spoillers)

 

 

Não gostei do livro e por isso não vou ler mais nenhum desta escritora.

 

O livro começa logo a perder por ser demasiado descritivo; gosto de erotismo, pornografia sem argumento, nem por isso. Toda a história, que não é sexo, é muito irreal e é algo que dificilmente aconteceria no mundo real. Desde o gajo que tem rios de dinheiro para esbanjar, empregados mistérios, empresas que fazem fusões e aquisições, pertencentes a um empreendedor que raramente trabalha. O empregado mistério que está sempre a aparecer sem ser chamado, a informação que consegue via serviços secretos ou detetives, tudo em pouquíssimos dias. Enfim, nada interessante.

 

Eu sei que a Bella Swan tinha um namorado vampiro e também gostava dum lobisomem que veio a casar com a sua filha, ambos bonzinhos e que em Westeros há malta que não arde, malta que se funde com árvores e malta que entra na pele de lobos, pássaros e pessoas. Mas aí está bem escrito e consistente. A história de Christian Grey não é consistente. Não foi para mim.

 

No que respeita ao sexo no livro, este nunca foi interessante para mim. Nunca me excitou mentalmente, e esteve a anos-luz de provocar alguma reacção física ou cardíaca no meu corpo.

 

Até a passagem do Jaime Lannister, sem mão, a tomar banho com a Brienne feia é mais excitante.

 

A leitura do livro, trouxe-me algum conhecimento. O BDSM é uma atitude que não me assiste, não acho nada daquilo excitante, mas, admito que me preocupo menos com quem queira praticar tais práticas, quando antes é feita um acordo com limites (coisas que nunca ninguém fará, e ainda a existência de palavras de segurança (parece que dá gozo aos sádicos ouvir dizer não faças isso…)) - coisas que eu não sabia que existiam.

 

Em suma, nessas passagens do livro, eu sentia-me mais como um ginecologista a observar uma mulher ou um sexólogo a conversar com um casal, do que amigo, seguidor ou pessoa que reencarna uma personagem.

 

Não tenho mínimo interesse em saber se no segundo livro a submissa aceita levar porrada para ficar junto do bonitão, ou se o bonitão, que pode ter submissas muito mais interessantes, deixa de ser sádico para ficar com uma tipa desastrada. Por isso não vou ler.

 

A única parte interessante do livro, é o mistério do passado do bonitão, que o torna tão melancólico e talvez sádico. Mas, para mim, não compensa a seca que sinto ao ler o livro.

 

Este livro no fundo é como um filme porno: um argumento mínimo para que duas pessoas se encontrem e depois sexo aqui e sexo ali. Nunca vi um filme porno bdsm, mas calculo que seja assim: encontro – sexo – porrada.

 

Não digo para não lerem, digo só que não gostei nada. Se quiserem um livro realmente erótico, mais vale uma coisa tipo “As memórias duma cantora alemã” uma autobiografia que começou por ser anónima, e foi depois descoberta a autora.

 

 

*

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publicado às 23:49


As Crónicas de Gelo e Fogo

por Nuno Saraiva, em 06.09.12

Acabei de ler os 5 volumes das Crónicas de Gelo e Fogo.

 

As crónicas são ao mesmo tempo apaixonantes e estranhas. Estranhas porque parece que desenvolve tudo muito devagar e por vezes, pimba, morreu e acabou.

 

O que sinto ao acabar o último livro, é que ainda vão ser precisos mais cinco livros (dez na versão portuguesa) para desembrulhar isto tudo.

 

Mas é algo que dá gozo ler:

 

Há personagens de quem se gosta (Arya, Tyrion, Snow, Bran, Daenerys)

 

As que odiavamos mas já gostamos (Jaime, Theon, Davos)

 

As indiferentes (Sansa, Margary)

 

As que amamos odiar (Freys, Bolton, Tywin, Varys, Petyr, Cersei)

 

As que não sabemos (Stanis, Melisandre, Osha, Martell)

 

As que tivemos pouco tempo para gostar (Ned)

 

As que começamos a gostar no fim (Selmy)

 

As criadas para gostarmos e que até gostamos (Sam, Brienne)

 

As criadas para gostarmos e que nem gostamos (Mormont filho)

 

E claro os mãos frias!

 

E a que queriamos que voltassem a aparecer (Syrio)

 

:)

 

 

 

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publicado às 22:11


Do Pêndulo

por Nuno Saraiva, em 08.08.11

Já comecei a ler o Pêndulo de Foucault.

 

Aquilo não é para meninos. É difícil e a leitura corre lentamente. Um viagem de comboio de quarenta minutos e avança-se duas ou três páginas, apenas.

 

Em cada página, uma ou duas palavras que desconheço, daquelas que obriga a consultar o dicionário para saber o significado.

 

No entanto a história cativa e julgo que será para ler até ao fim.

 

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publicado às 10:09


Livro para Agosto - O Pêndulo de Foucault

por Nuno Saraiva, em 02.08.11

 

Encontrei finalmente num alfarrabista este livro de Umberto Eco que há muito tempo quero ler.

 

Não sei muito sobre o livro, a não ser que é cheio de mistérios e referências esotéricas e teorias da conspiração.

 

Parece-me ser um daqueles livros que uma pessoa não descansa enquanto não acabar...

 

O enredo do Pêndulo de Foucault envolve três amigos, Belbo, Diotallevi e Casaubon que trabalham para uma pequena editora. Tendo lido por demais manuscritos ocultistas de teorias da conspiração, eles decidem inventar sua própria teoria por diversão. Eles chamam este jogo de sátira intelectual de "O Plano." (Wikipedia em 31/7/2011).

 

 

Julgo que vou gostar. Fica a sugestão. 

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publicado às 10:46


As vinhas da IRA - Jonh

por Nuno Saraiva, em 01.08.11

 

E o meu primeiro livro de praia foi "As vinhas da ira" de Jonh Steiback

 


As Vinhas da Ira é um romance sobre a dignidade humana em condições desesperadas. Entre 1930 e 1939, as grandes planícies do Texas e do Oklahoma foram assoladas por centenas de tempestades de poeira que causaram um desastre ecológico sem precedentes, agravaram os efeitos da Grande Depressão, deixaram cerca de meio milhão de americanos sem casa, e provocaram o êxodo de muitos deles para Oeste, nomeadamente para a Califórnia, em busca de trabalho. Quando os Joad perdem a quinta de que eram rendeiros no Oklahoma, juntam-se a milhares de outros que ao longo das estradas se dirigem para Oeste, no sonho de conseguirem uma terra que possam considerar sua. E noite após noite, eles e os seus companheiros de desdita reinventam toda uma sociedade: escolhem-se líderes, redefinem-se códigos implícitos de generosidade, irrompem acessos de violência, de desejo brutal, de raiva assassina. 
Este romance que é universalmente considerado a obra-prima de John Steinbeck é o retrato épico do desapiedado conflito entre os poderosos e aqueles que nada têm, do modo como um homem pode reagir à injustiça, e também da força tranquila e estóica de uma mulher. As Vinhas da Ira é um marco da literatura norte-americana.

 

 

O livro já é de acesso gratuito, pode ser lido aqui. Gostei de ler o livro, mas é triste ver até que ponto pode ser cruel o ser humano. 

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publicado às 13:28


Livros para a Praia

por Nuno Saraiva, em 31.07.11

Livro António Feio 

 

 

"Aproveitem a vida e ajudem-se uns aos outros!!"

 

É óbvio que não é um livro a irradiar felicidade, mas que retrata a vida e os pensamentos do António Feio.

 

Um pouco da sua vida e da maneira como encarou a doença que cada vez mais gente leva.

 

É uma despedida que quem puder ler, deve fazê-lo.

 

 

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publicado às 22:17


Fúria Divina

por Nuno Saraiva, em 18.01.10

 

Li, mesmo antes do sacrifício dos exames de mestrado, o livro Fúria Divina, de José Rodrigues dos Santos.

 

A história é contada em dupla narração, a de um futuro terrorista e a de um criptólogo português.

 

O livro é bom para ter uma ideia geral do como se pode formar um terrorista. Na minha opinião JRS tem qualidade idêntica a Dan Brown.

 

Não me deixou a pensar, revelou algo sobre a cultura Muçulmana, e criou em mim ansiedade em saber o desenrolar da história.

 

Numa escala de 10 valores, 8.

 

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publicado às 08:57


Tempestade

por Nuno Saraiva, em 12.07.09



Acabei de ler o livro Tempestade (Storm no original). O livro foi uma enorme desilusão. Principalmente para quem leu o Messias.

"O Messias" é um livro fantástico, em que surge um assassino em série, que marca as suas vítimas deixando uma colher de prata na boca. De resto não há mais nenhuma relação entre as vítimas.

Boris Starling tentou usar a mesma receita para Tempestade. Em "Messias" tudo é coerente, na Tempestade há um naufrágio, num navio onde tinha havido ameaça de bomba para atrapalhar. Demasiada reviravolta. "A tempestade" pode ser um bom livro, para quem nunca leu "O Messias". Para quem leu e compreendeu "Messias", este livro é muito fraco (e a tradução da edição que li, não devia ser grande coisa – erros gramaticais, e frases que suspeito serem boas traduções do original).

E assim aqui deixo a minha sugestão de leitura para o Verão, após ler este livro, o primeiro do autor: Messias.

Um aviso: Sem ser terror, as descrições das cenas dos crimes, fazem "corar de vergonha" a série televisiva CSI ou o Anjos e Demónios, de Dan Brown.



[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=YpJ_8JkJhno]


Como este é um post cultural, e este foi celebrado o 250º. Aniversário da Morte de Handel, aqui fica uma das melhores passagem da sua obra "O Messias".



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publicado às 20:43


Contra a felicidade

por Nuno Saraiva, em 14.02.08

Há sempre alguém que é do contra. Mesmo contra a felicidade.



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Que motivos pode haver para alguém ser a favor da tristeza? Que mistérios revelará este livro?

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publicado às 18:32


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