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Contabilidade, para que serve?

por Nuno Saraiva, em 25.01.09
[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=H_5otcAoFXs]

Conversa superficial sobre a contabilidade e a forma como a Gestão das empresas a podem utilizar.

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publicado às 13:12


10-20-30 A regra para uma apresentação

por Nuno Saraiva, em 16.01.09
[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=liQLdRk0Ziw]

O vídeo fala por si. Guy Kawasaki e a regra dos 10-20-30. Kawasaki é a herença dos génios japoneses dos anos 80. Gosto de ler as suas coisas. É positivo, sempre no topo da tecnologia, das tendências da net.

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publicado às 00:32


Um ano

por Nuno Saraiva, em 29.08.08

Fez esta semana um ano que mudei para wordpress. Estive a reler os posts mais populares, a passar os olhos pelo aspecto de alguns meses, para ver o que ficou.


 


Vejo, como é natural alguns defeitos, alguns posts menos cuidados, efeito de falta de tempo associada a períodos de tempo sem posts, mas vejo posts com que me identifico, vejo a minha vida e a minha cultura.


 


A todos que me leram, comentaram, citaram e subscreveram a feed, aqu deixo o meu agradecimento.


 


Deixo abaixo os posts mais populares (estatísticas do wordpress).


 


TOP TEN PROFISSIONAL


 


1. O novo sistema de normalização contabi


 


2. O mundo numa pen (My Geek Army Knife)


 


3. Auditoria informática


 


4. e-learning


 


5. Quatro ferramentas de apoio à gestão d


 


6. O Boicote de 1, 2 e 3 de Junho dá-me vo


 


7. Clean Desk policy


 


8. Gestão do tempo - o princípio de Paret


 


9. Adeus USGAAP: E.U.A dizem Olá às IFRS


 


10. Target-costing pode falhar.


 


 


 


TOP TEN LAZER


 


1. Kama-Sutra para a malta adepta das coisa


2. Garganta Funda


 


3. Carlos Paião


 


4. Diário da Nossa Paixão


 


5. 15 Dicas para Apimentar sua Vida Sexual


 


6. Call Girl


 


7. Só os japoneses


 


8. O caminho do Rei


 


9. Moda Verão 2005


 


10. Jesus Cristo Superstar


 


 


 

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publicado às 22:02


8 Questions I shall know to answer

por Nuno Saraiva, em 28.04.08
1. What do you charge and what method do you use to get paid?

Planners use different methods to bill clients. You can choose between fee-only, fee-based, and commissioned planners. Either way, you should know exactly what you’re getting yourself into. Fee-only planners, for example, may charge flat rates or an annual retainer. Sometimes they bill by the hour or charge a percentage - usually 1 to 2 percent - of a client’s assets. For more about how planners charge clients see What should it cost?

2. What are your credentials?

A planner can point to a college or grad-school diploma. But does he really know about retirement and tax planning? Can he help you determine how much insurance you need while suggesting the best way to fund your teenager’s college education?

That’s where credentials come in. Many special designations are awarded to men and women who have trained for and passed exams on major points of financial planning. Find out what a planner had to do to earn her credentials and who awarded them.

3. How much experience do you have?

The key here is relevant experience. A planner may have decades worth of experience catering to the rich - helping set up tax-saving trusts for spoiled grandchildren, for example. But if you have simpler needs, like planning for retirement and saving for a first home, you want someone who has plenty of experience in those areas. A good way to find out if someone has relevant experience is by asking a planner to describe his or her typical client.

4. What planning services do you provide and how often do you see your clients?

There’s a big difference between tax planning and tax preparation. Ditto for insurance planning and retirement planning. Needless to say, you should know what services you’ll get from any one planner - then make sure they mesh with the kind of help you want.

“So often people call themselves a financial planner but all they do is manage your money,” says Dee Lee, a CFP from Harvard, Mass., and author of “Let’s Talk Money.” “So what you want to know is, are they going to look at your financial life in detail? Will they review your insurance needs and your retirement needs?”

5. Does your planning include specific recommendations for investments or other products?

It doesn’t matter if your planner makes money by commissions or is fee-only. Find out ahead of time if you’ll get specific hand-holding or more general directions. Depending on how self-directed you are, you may want someone who’s going to tell you exactly what kind of insurance to get, how much to purchase, and where to buy it. On the other hand, you may feel more confident with say, your ability to pick mutual funds, and not want any input in that department.

6. What are you selling and who’s paying your commissions?

It’s not just enough to know whether or not a planner earns commissions. You should know specifically how much he makes from various products he sells and/or recommends. For example, is this person going to get more from selling annuities than bonds? If you have a clear understanding of how a planner earns his living, you can determine if you’re getting advice that’s in your best interest.

7. Can I get references from other clients?

If possible, get two or more references, ideally from longtime clients. When following up with references, focus on specifics: How helpful was the planner when someone had to handle a financial crisis, such as a death in the family or a big investment loss? Is it easy to get appointments?

8. Do you have any questions for me?

It’s fairly obvious that there’s a correlation between how well an adviser understands your needs and the quality of the advice you get. That said, it’s important that your planner asks the kinds of questions to help you meet your goals, even the ones you haven’t thought to identify.

“They should be asking questions like ‘Tell me about your parents?’” says Lee. “You may have a child who’s going to college in 10 years, but what if your mother is 70 years old? Will you be financially responsible for her when you’re paying school costs? If so, they should talk about looking into buying your mother long-term care insurance to pay for her care. A planner should be looking at your total picture.”

Here

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publicado às 08:26


Fechou o ciclo BP e combustíveis

por Nuno Saraiva, em 05.04.08

Seis anos a trabalhar na BP.


Gostei de lá trabalhar. A BP é uma grande empresa.


O motivo porque mudei foi exclusivamente a minha carreira. Como empresa moderna que é, a BP concentra-se no seu core business, encolhendo ao máximo a sua área financeira e cedendo para outsourcing tudo o que, sem impactos no negócio, não lhe pertença.


Ouvir a empresa a que pertencemos ser mal falada e mal tratada pela comunicação social, e público em geral é difícil. Tive imensas vezes vontade de escrever, ficando a ferver por dentro, mas guardando para mim, conformando-me com o pensamento: Coitados, falam sem saber do que falam.


Não escrevi nada devidamente argumentado (apenas por duas ou três vezes participei em discussões sobre o assunto em comentários), e continuarei a não escrever; porque um post sério sobre o assunto iria ter como base informação privilegiada, que não devo divulgar.


Agora, pensem bem, antes de proferir Raios e Coriscos contra as petrolíferas, tenham pelo menos o  cuidado mínimo de ler o Relatório de Gestão e as contas.


Foi com orgulho que pertenci a uma participada da BP. Uma empresa ética e moderna.


Até sempre, Bright People.

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publicado às 17:02


Estou de férias

por Nuno Saraiva, em 18.02.08
... e ainda bem.

Não há nada mais deprimente que começar uma semana embaraçado no trânsito. Ou dentro de um autocarro que não a anda a ser molhado pelos chapéus dos outros.

Ou sem água quente para o banho. Ou com infiltrações em casa.

Aproveito esta semana para testar alguns softwares.

Actualizar-me no que diz respeito aos processos administrativos do ministério das finanças.

Iniciar mais um teste, desta vez mais amplo, do e-learning da CTOC.

Actualizar o meu site: www.nunosaraiva.eu.

Ler algumas coisas do novo Sistema de Normalização Contabilisticas.

Tentar conhecer melhor as características das demonstrações financeiras das empresas de leasing.

Tentar saber informações de como está a correr a implementação do novo POC em Espanha.

Tentar perceber alguma coisa sobre os planos de contas da Alemanha.

Ler o Scientific Advertising.

Em suma, uma semana de férias de 2007 que estavam por gozar, investido em auto-formação, treino e presença na net.

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publicado às 15:49


As minhas impressões de 2007

por Nuno Saraiva, em 06.01.08
O ano que agora encerrou, foi um dos anos que nos trouxe mais avanços. A tecnologia e o modo como utilizamos a internet e as comunicações, é a terceira "machadada" (após a liberalização dos mercados mundiais e a moeda única europeia) no modo como as empresas têm que ser governadas. Apesar de infelizmente, na Europa não ter havido avanços na economia e no emprego, acredito que estamos (os empresários e a nova geração de talentos) a construir algo com proveitos a longo prazo.Principais acontecimentos de 2007




O Desmoronamento do Millennium BCP. -
Poucos adivinhariam, no início do ano, que o BCP iria chegar a esta data como um trapo em farrapos. Uma OPA falhada, casos de aparentes conflitos de interesses, a sucessão de Jardim Gonçalves mal planeada. O elevador para o show Joe Berardo. Instabilidade dentro do banco e entre o seu pessoal.
Tudo isto me suscitou um dúvida:


    Sendo o banco regulado pelo Banco de Portugal, estando inscrito na CMVM como representante dos seus clientes, tendo por isso que lhes prestar contas, sendo as contas auditadas pela KPMG; Como é possível as certificações terem passado "limpas", e nunca nenhuma destas três instituições detectar alguma irregularidade?


O Boom dos jornais gratuitos - No início do ano existiam o Destak e o Metro. Hoje continuamos com estes dois, o Global Notícias, o Meia-Hora, e o Sexta-Feira. Houve também um projecto falhado, Diário Desportivo e há ainda o OJE, para público seleccionado, tentando explorar um nicho. Além disso o LIDL e o Continente, têm editado um jornal e uma revista, com informação, onde colocam publicidade sua.
A manter-se esta tendência, piora a situação da distribuição tradicional (paga), que tem vindo a agravar-se ano após ano.
Este canal trás consigo um problema: Irão eles publicar uma notícia que prejudique o seu principal anunciante? Um caso a requerer legislação que impeça conflito de interesses.

A Apple - Foi sem dúvida o ano de Steve Jobs. Conseguiu criar uma seita que defende cegamente os seus produtos como quem defende uma camisola de clube. O lançamento do iphone foi um sucesso, cheio de divulgação gratuita, vê-se um macbook a cada esquina, e as acções subiram, em 2007, 134%.
Quanto a mim, tudo isto é exagerado e não reflecte o tamanho da mais-valia trazida pela Apple. Teve o impulso do desejo dos utilizadores de largar o monopólio Microsoft. Mas sair de um monopólio para outro, é como passar de um regime de extrema direita para outro de extrema esquerda - Não é grande coisa.

Angola - 2007 revelou-se um ano chave para Angola. Foi definitivamente reconhecido como um país com grandes capacidades de desenvolvimento pela opinião pública mundial. Foi um ano recorde de Investimento Directo Estrangeiro, e confio que com as pessoas certas pode ascender facilmente ao TOP TEN das potências mundiais. Num mundo em que os recursos são escassos, Angola dispõe de grande potencialidades para investimento em agricultura, pescas, turismo, diamantes e petróleo (e outros a criar/descobrir).
O grande desafio vai ser a tentação de tirar a máxima rendibilidade a curto prazo, não construindo assim uma base formativa e económica sólida.

O lançamento do album dos Radiohead - A tradicional sistema de distribuição de música vai acabar mais dia menos dia. As editoras e distribuidoras tentam a todo o custo sensibilizar governos, acenando-lhe com a perda de impostos, o desemprego dos seus funcionários e a protecção de propriedade intelectual. Quanto a mim o negócio já mudou. Se me apaixonar por uma música compro-a no itunes. De resto os projectos como o Last.FM, as páginas com música gratuita, e as redes de artistas como o myspace, já permitem disfrutar experiências musicais muito satisfatórias. O lançamento do album via download, ao preço que cada um quisesse pagar é uma enorme alavanca para esta nova geração.

A Harmonização do Sistema Contabilistico Europeu - Em 2007 arrancou o Sistema de Normalização Contabilista. A União Europeia pretende que todos os Estados membro adoptem um sistema de relato financeiro único, bem como o processo de revisão de contas, com regras mais rígidas, de forma a evitar escândalos financeiros.
Como sempre, em Portugal, foi mal feito, sendo anunciado o arranque do novo plano para 01/01/2008, o que era evidentemente prematuro. Porém, o novo Plano Oficial de Contas está aí, aguardando proposta de D.L. do Governo. Tem a novidade de trazer regras adequadas às PME, apesar de neste ponto particular não haver harmonização, não foram impostas as características das PME.
Este novo POC vem, na minha opinião, facilitar a Contabilidade Nacional (apuramento do PIB, Importações, Exportações, Saldo da Balança Comercial, etc.) mas principalmente a Contabilidade Europeia.

Empresa e Declarações on-line - Em 2007 ficou operacional um dos pontos mais importantes do projecto SIMPLEX. Hoje quem quiser abrir uma empresa, pode sentar-se depois de jantar e antes da meia-noite tem a empresa criada. Registada, Estatutos aprovados*, Marca registada*, e contabilista nomeado (pode ser algum que conheça, ou algum duma base de dados disponível). Nos dias seguintes será inscrito pelo TOC nas finanças para efeitos de IRC e IVA (também via internet). Depois é só abrir em conta em nome da empresa e depositar o Capital. Quanto a mim só falta reduzir o valor de capital mínimo (€ 5.000) para incentivar mais o empreendorismo.
Sem dúvida um passo importantíssimo no combate à burocracia que tanto atrasa o país.

* Para serem aprovados imediatamente terá que escolher uns estatutos e uma marca pré-aprovados no site empresa.on-line.pt









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publicado às 23:02


Clean desk

por Nuno Saraiva, em 30.12.07
É impressão minha ou os bons sítios para trabalhar são maioritariamente clean desk?

A amplitude é uma coisa muito boa.

Vejam-se estes exemplos no obvious, com fotos retiradas dum inquérito feito por Veerle Pieters

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publicado às 16:27


Clean Desk policy

por Nuno Saraiva, em 28.12.07

Muitas pessoas pensam que não existe, porém há pessoas / empresas que a praticam e exigem.


Clean Desk policy pode ser a par dos dress codes uma das medidas que mais gera descontentamento.


 


Consiste em manter o mínimo de coisas, papéis ou gadjets, em cima da secretária - e principalmente fazer com que este número tenda para zero quando se abandona o local de trabalho.


 


 


Para ser viável, o funcionário tem que ter evidentemente forma de arquivar a documentação, bem como possíveis acessórios. Isto é necessita de um armário e de uma gaveta.




Há pessoas que detestam esta política, penso que a maioria. Outros que a adoram. Maioria das pessoas gosta de ter a secretária cheia de papéis, cds e gadjets. Folhas soltas, blocos gigantes de notas, econumato.


No meu trabalho não há clean desk policy, mas eu pratico-o. Por mim devia ser obrigatório. Trabalha-se muito melhor numa secretária limpa que numa secretária cheia de tralha. Desde que comecei a trabalhar, em 1997, num serviço de apoio ao cliente, onde era imposta esta política, não mais a larguei.



E acreditem, não há melhor forma de começar o dia de trabalho, que chegar ao escritório e encontrar a secretária vazia.
Apenas o monitor, o teclado, o rato e o telefone.


Mesmo que os colegas digam que parece que me demiti.

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publicado às 10:28


nunosaraiva.eu

por Nuno Saraiva, em 19.11.07


Este gajo é um chato.. Estava a ler o novo site pessoal do Nuno Saraiva e deu-me cá uma soneira...
Vou mas é dormir a sesta... zzzz.


www.nunosaraiva.eu

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publicado às 23:16


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