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Um ano

por Nuno Saraiva, em 29.08.08

Fez esta semana um ano que mudei para wordpress. Estive a reler os posts mais populares, a passar os olhos pelo aspecto de alguns meses, para ver o que ficou.


 


Vejo, como é natural alguns defeitos, alguns posts menos cuidados, efeito de falta de tempo associada a períodos de tempo sem posts, mas vejo posts com que me identifico, vejo a minha vida e a minha cultura.


 


A todos que me leram, comentaram, citaram e subscreveram a feed, aqu deixo o meu agradecimento.


 


Deixo abaixo os posts mais populares (estatísticas do wordpress).


 


TOP TEN PROFISSIONAL


 


1. O novo sistema de normalização contabi


 


2. O mundo numa pen (My Geek Army Knife)


 


3. Auditoria informática


 


4. e-learning


 


5. Quatro ferramentas de apoio à gestão d


 


6. O Boicote de 1, 2 e 3 de Junho dá-me vo


 


7. Clean Desk policy


 


8. Gestão do tempo - o princípio de Paret


 


9. Adeus USGAAP: E.U.A dizem Olá às IFRS


 


10. Target-costing pode falhar.


 


 


 


TOP TEN LAZER


 


1. Kama-Sutra para a malta adepta das coisa


2. Garganta Funda


 


3. Carlos Paião


 


4. Diário da Nossa Paixão


 


5. 15 Dicas para Apimentar sua Vida Sexual


 


6. Call Girl


 


7. Só os japoneses


 


8. O caminho do Rei


 


9. Moda Verão 2005


 


10. Jesus Cristo Superstar


 


 


 

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publicado às 22:02


Primeiro álbum Blu-ray

por Nuno Saraiva, em 10.06.08


É norueguês o primeiro álbum musical em suporte Blu-ray, um disco de orquestra, com o nome Divertimenti, da orquestra TrondheimSolistene (Os Solistas de Trondheim). É composto por uma selecção de temas de Bela Bartok e Benjamin Britten gravados numa igreja.


Via MIC




Pessoalmente, achei brilhante o modo como resolveram o problema que é a maioria das pessoas ainda não ter um leitor com capacidade para ler o formato Blu-ray. A caixa contém também um disco normal que pode ser executado em qualquer leitor.

O baixo custo do material com que são feitos os cds, permite ás editoras implementar o blu-ray, sem perderem vendas devido a incompatibilidades de formatos.

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publicado às 10:43


The great Brazil express

por Nuno Saraiva, em 26.04.08
[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=HCAoe7Gv6qU&rel=0&border=1]

Apetece pegar em 3.500 Dólares e ir já...

Vídeos bem feitos.

The Great Brazil Express

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publicado às 23:10


Schweppes

por Nuno Saraiva, em 23.03.08
[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=pRFfJJjLpqw&hl=en]

Um anúncio institucional muito interessante e bem feito. Balões de água a rebentar a uma velocidade muito lenta (10.000 frames por segundo).

Schweppes

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publicado às 21:07


O marketing da Apple são os rumores?

por Nuno Saraiva, em 08.03.08

Começa a ficar esgotada a técnica que Steve Jobs tem vindo a utilizar. A Apple anda constantemente a fazer sair rumores. Desde lançamentos de ipods, a iphones, e outros, aparecem sempre rumores. Dois ou três dias antes de sair um novo produto, toda a gente sabe o que vai ser.


Esta técnica mantém a comunidade apple activa. Mas para mim, comum mortal, chateia-me ler e ficar sem certeza.


Ainda agora, li no this is london que a discografia dos Beatles vai estar disponível no itunes e que a Apple pagou 200 milhões de Libras por isso (link).


Logo a seguir, o blog de tecnologia do Guardian diz que não é verdade.




(...) according to the spokesperson for Apple Corps, which still retains publishing rights to the Beatles' back catalogue, its suggestion that the songs will go online later this year is wrong.


 Mais vale não acreditar em nada.

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publicado às 19:53


A dificuldade de manter uma grande marca

por Nuno Saraiva, em 23.02.08

Por vezes quem detém grandes marcas acaba por se iludir, e esquecer que existe concorrência.




Naturalmente o brand passa para a área Strong da análise S.W.O.T., e a empresa deixa de cuidar da imagem da sua marca.




Foi o que aconteceu à Levis.





A Levis começou por ser uma mercearia com o nome do dono, que abriu em 1853, situada numa zona de madeireiros e mineiros. Detectou a dificuldade que os mineiros tinham de encontrar calças que durassem. Em 1873 criou as primeiras calças. Umas Levis Strauss 501. As calças ganharam fama, primeiro no mundo dos trabalhadores (madeireiros, mineiros, agricultores, cowboys, trabalhadores das plataformas petrolíferas etc.)




Na década de 1950 foi um ícone da moda jovem, tendo como grande cliente James Dean.


 




Estando no top, decidiram diversificar. Compraram diversas empresas fabricantes de roupa pronto a vestir nos anos 70, e passaram a ter todo o tipo de roupa, bem como a criar calças para não-trabalhadores.





Porém, todas estas áreas corriam mal, e as calças 501 continuavam a aumentar unidades vendidas. O seu pico foi 502 milhões de pares calças em 1981.




Perante este facto, os herdeiros do negócio, a família Haas, descontinuou tudo o que não eram calças de ganga para trabalho e ficou a Levis novamente com as jeans apenas.




Mas nos meados da década de 80 começou a surgir a associação de roupa a correntes ideológicas. A moda começou a ter verdadeira influência na população e a Levis em 1989 já só vendia 387 milhões.




Com o moda da ganga dos anos 70 tinha-se implementado no mercado a Lee, a Wrangler, e a Rustler. A Gap apareceu com muito mercado nos jovens da classe média alta. Nos adultos Calvin Klein eTommy Hilfiger, tinham as jeans que estes procuravam. Na Europa a Diesel, a Chevignon e a Uniforme tinham cada vez mais mercado. A corrente surfista, que foi imensa a partir dos anos 80, deixou de usar calças de ganga, e olhavam para marcas como Junco, Mudd, Arizona, Fubu, Badge, Union Bar, Canyon River Blues, Bongo, Faded Glory, Billabong, Quicksilver e outras.




Ainda assim, em 1990 a Levis tinha 48% do mercado mundial de jeans. Em 1998 já só tinha 25% do mercado.


Hoje tem uma quota mínima do mercado, dada a evolução deste sector.


Que erros terá cometido a Levis?


1 - Primeiro diversificou e voltou atrás. Desgastou a marca.


2 - Teve no topo da montanha mas não deixou lá a bandeira. Se somos os melhores, os que vendemos mais, esse facto deve ser reconhecido no mercado. Não explorou este facto para se diferenciar da concorrência.


3 - Não explorou o conceito de original. Como fizeram por exemplo a Coca-cola ou a Gillete.


 




Fonte:


Levi Strauss & Co. - Home


http://inventors.about.com/od/sstartinventors/a/Levi_Strauss.htm


http://pt.wikipedia.org/wiki/Levi_Strauss


 http://tinyurl.com/2m3por


 Foto 1 e 3 : site oficial


Foto 2  : Flávio Ferrari (creative commons)

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publicado às 21:38


Volte face

por Nuno Saraiva, em 20.02.08

Como as convicções podem mudar.


A petição contra a cadeia Holmes Place foi encerrada. Ora como nada mudou, dá que pensar: Foi encerrada porquê? A verdade é que não se sabe bem.


Na petição, a explicação é a seguinte:




Lisboa, 15 de Fevereiro de 2008: A petição online contra a cadeia de Health Clubs Holmes Place foi encerrada pacificamente após audiência com a instituição. O movimento online quis manifestar a indignação dos associados face à redução da taxa de IVA não incidir no preço final das mensalidades. Não querendo que o movimento online tomasse proporções que danificassem desnecessariamente a imagem do Holmes Place a empresa sempre esteve disponível e mostrou sensibilidade ao ouvir osnossos argumentos, apresentando de imediato soluções aceitáveis, nomeadamente produtos alternativos.Os criadores da petição online apenas quiseram ver uma mudança de atitude por parte do Holmes Place, o que aconteceu, não querendo difamar ou denegrir a sua imagem junto dos seus associados e da opinião pública. Acima de tudo, partilhamos todos os mesmos objectivos na prática saudável de exercício físico e reconhecemos no Holmes Place uma das maiores empresas no mercado.

Sinceramente não compreendo os motivos para esta reviravolta. Então na petição acusa-se o Holmes Place de explicar de forma deselegante aos sócios, com uma carta assinada por Paulo ?; e depois diz-se que a empresa sempre esteve disponível para ouvir os associados?

Bom, ainda bem que não assinei a petição. Pois acredito que os mais de 1000 possíveis sócios que a assinaram se sintam ultrajados. Dá a sensação que os autores da petição viram os seus casos particulares resolvidos, e usaram os restantes sócios para pressionar o Holmes Place.

Cheira a queijo limiano.

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publicado às 13:38


As marcas dos portugueses

por Nuno Saraiva, em 19.02.08
As marcas em que os portugueses mais confiam
A nível nacional, é de reter a confiança que os Portugueses depositam nos CTT (87% nos Correios, Encomendas e Expresso), no óleo Fula (74% nos Óleos Alimentares), na Galp (61% nas Gasolineiras), na Delta (57% na categoria Cafés), na TMN (49% em Operador de Telecomunicações Móvel), na Sagres (45% nas Cervejas), na Caixa Geral de Depósitos (31% na Banca) e no Continente (33% em Hiper/Supermercado).
Marcas portuguesas de confiança são também a Agência Abreu (55% na categoria Agências de Viagens), o Sapo (46% em Empresas de Serviço de Internet) e a Fidelidade Mundial (24% em Companhias de Seguros).


Gostava de saber até que ponto os leitores das Selecções do Readers' Digest representam a população portuguesa.

Nas estatísticas deveria haver por partes da comunicação social um pouco mais de cuidado com as conclusões que se tiram da amostra para o Universo.


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publicado às 13:27


Holmes Place

por Nuno Saraiva, em 11.02.08

O Holmes Place ou ainda não acordou, ou não quer acordar.


Insiste em não reflectir a baixa do IVA nas suas mensalidades. Agora até alargou o serviço aos ginásios de Espanha, por um preço parecido com o anterior - claro com fidelização de dois anos.


Senhores, já viram a página queixas.co.uk?


E já viram que há uma petição?


Já repararam que estão a sujar o nome nas notícias? Renascença Destak AFinanceira Visão, etc. etc.


Quanto a mim a decisão está tomada. Como estou por acordo de empresa seguiu e-mail para os RH. De qualquer forma, em Maio, mês de renovação do contrato, será o meu último mês como cliente.


Vou mudar. Como é óbvio. 


 

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publicado às 21:22


Todo o negócio tem uma marca

por Nuno Saraiva, em 29.01.08


É impossível fugir, mesmo que se tente fugir a refugiar numa "marca branca", qualquer negócio é conhecido por alguém por alguma coisa.

Onde há clientes, há marketing, mesmo que a empresa não publicite o seu produto, os clientes vão fazê-lo, referindo algum aspecto do produto e identificando-o de alguma maneira: O gasóleo do Jumbo, o arroz do Continente, os iogurtes do LIDL, etc.

O resultado é que isso vai atrair mais clientes para os produtos em causa com características boas. Essa é a função duma marca.

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publicado às 18:40


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