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Teste de imagem

por Nuno Saraiva, em 29.06.09

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publicado às 23:56


Teste do Word – II Categoria

por Nuno Saraiva, em 29.06.09
A Microsoft também faz coisas boas. No novo Word, pus um post, apenas indicando plataforma, user e password.

Neste post acrescentei também uma categoria.

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publicado às 23:46


Candidatura não excitada.

por Nuno Saraiva, em 29.06.09
Uma aluna, que terminou um curso no âmbito das novas oportunidades, mandou-me uma candidatura "expontânea", para estágio, e a linhas tantas, escrevia:
Terminei à pouco tempo o Curso de Técnico de Contabilidade e estou à procura de mais bases sobre a área. De tal modo, que não excitei em pedir a vossa ajuda (...).

Vamos lá ver se o Departamento de Recursos Humanos pode ajudar.

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publicado às 11:02


Que dependência do petróleo?

por Nuno Saraiva, em 28.06.09
Pode o mundo viver sem o negócio do petróleo e dos automóveis?

Um ecologista dirá que sim. E que o Lobby do petróleo não deixa desenvolver a indústria automóvel, etc.

Mas, se dum ano para o outro, desaparecerem as petrolíferas, e a industria automóvel, o impacto que isso terá no desemprego, e na falência de milhares de empresas que são economicamente dependente delas será brutal e muito problemático para os países desenvolvidos.

No caso português, temos a AutoEuropa e as empresas satélite, coisa em tão pequena escala, e que já tantos problemas traz ao país, a ideia duma deslocalização.

O problema é que a nível mundial, a coisa tem proporções brutais.

Na última lista que a Forbes fez sobre as grandes corporações, no top 25, estão 9 petrolíferas e 2 construtoras automóveis. A empresa GDF comercializa e produz electricidade, gás e combustíveis, por isso aparece isolada.

[caption id="" align="alignnone" width="435" caption="Fonte dos dados: Top 25 grandes empresas. Elaboração: Nuno Saraiva"]Fonte dos dados: Top 25 grandes empresas. Elaboração: Nuno Saraiva[/caption]

Posicionadas da seguinta maneira:
Rank Company Country Industry
1 General Electric United States Conglomerates
2 Royal Dutch Shell Netherlands Oil & Gas Operations
3 Toyota Motor Japan Consumer Durables
4 ExxonMobil United States Oil & Gas Operations
5 BP United Kingdom Oil & Gas Operations
6 HSBC Holdings United Kingdom Banking
7 AT&T United States Telecommunications Services
8 Wal-Mart Stores United States Retailing
9 Banco Santander Spain Banking
9 Chevron United States Oil & Gas Operations
11 Total France Oil & Gas Operations
12 ICBC China Banking
13 Gazprom Russia Oil & Gas Operations
14 PetroChina China Oil & Gas Operations
15 Volkswagen Group Germany Consumer Durables
16 JPMorgan Chase United States Banking
17 GDF Suez France Utilities
18 ENI Italy Oil & Gas Operations
19 Berkshire Hathaway United States Diversified Financials
20 Vodafone United Kingdom Telecommunications Services
21 Mitsubishi UFJ Financial Japan Banking
22 Procter & Gamble United States Household & Personal Products
23 CCB-China Construction Bank China Banking
24 Verizon Communications United States Telecommunications Services
25 Petrobras-Petróleo Brasil Brazil Oil & Gas Operations

Se nos focarmos no n.º de empregados, temos o seguinte ranking:



São cerca de 2.160.000 de empregos, isto só nas que se encontram nas 25 maiores para a Forbes. Curioso é a Wall Mart sozinha gerar 2.100.000 empregos.

O que fazer a estes 2 milhões ou 4 milhões, quem sabe, quando acabar o petróleo?

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publicado às 23:09

Confesso que inicialmente era a favor das eleições em simultâneo.

O motivo para tal opção era a possibilidade de a democracia obter um sucesso de participação, e desta forma, a abstenção seria reduzida ao mínimo. Com toda a certeza.

Assim, para as pessoas que estão deslocadas do sítio onde votam, vai haver a opção de não ir votar em pelo menos um dos dias.

Compreendo os motivos do Presidente da República, afinal escutou os partidos, e foi democrático, pelo menos em relação a estes. Provavelmente, se Cavaco Silva marcasse as eleições de acordo com a vontade do PSD perderia o segundo mandato. Assim, reforçou a neutralidade com que nos tem habituado.

O custo de mais uma eleição não é relevante na totalidade dos custos da administração central, e, mesmo em época de crise, acho que o custo não podia entrar na equação deste problema. O escrutínio é demasiado importante para de optar pela opção mais barata. Deve optar-se pela melhor opção.

E porque é que a opção duas eleições é melhor que a opção eleição simultânea?

Li, hoje, um excelente argumento, no Mar Salgado:
Na Política, ( cap. 12 do Livro IV), o estagirita discorre sobre os vários modelos. É necessário adaptar linguagem e ambiente, mas compreende-se que o modelo mais próximo da democracia é aquele em que os cidadãos - o plenário - são todos chamados para resolver as grandes questões ( leis e assuntos de regime) enquanto outros orgãos decidem separadamente sobre outros pontos. Suponho que se Aristóteles fosse vivo recomendaria a Cavaco Silva que se fizessem eleições separadas.

De facto, a nível de reflexão e campanha, é melhor uma separação dos assuntos e das pessoas. Uma campanha simultânea para Governo, Câmara, Junta e Assembleia, seria uma fluxo de informação que a maioria de nós não consegueria absorver nem acompanhar.

Eu quero escutar os planos de Sócrates e de Ferreira Leite para o país, e decidir se voto num deles ou noutro partido mais pequeno.

Por outro lado, quero escutar os planos de Fernando Seara, que apesar de parecer, em certa altura, ter esquecido que existe uma Freguesia chamada Colares, cheia de problemas e guerras do ICN, PNSC, REN (reserva ecológica), e especulação imobiliária à mistura, vê o seu desenvolvimento e criação de emprego sufocadas. Apesar deste sentimento de abandono, Seara tem feito um trabalho acima da média, num concelho com tanta população e com zonas problemáticas. E também Marco Almeida, na gestão da habitação social. Vou também ouvir Ana Gomes mas não gosto de ser segunda escolha.

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publicado às 15:54


Michael Jackson tornou-se num monstro

por Nuno Saraiva, em 26.06.09
[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=Y8KjO1BsGb0]


Mas uma qualquer actuação onde MJ cantou e dançou Billie Jean, fascinou-me na adolescência. Inesquecível.

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publicado às 09:53


Slide: Outsourcing e Controlo Interno

por Nuno Saraiva, em 20.06.09
[slideshare id=1613908&doc=outsourcingcontrolointernoapresentao-090620162438-phpapp02]

Agora que chega a altura de começar a juntar o material para a Dissertação de Mestrado, encontrei os slides que usei para defesa do Trabalho Final de Curso.

Funcionou mais como um guia para defesa, mas julgo que dá para perceber a estrutura.

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publicado às 21:34


O sorriso da maestrina

por Nuno Saraiva, em 18.06.09
[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=7yaXHVyRTi4]

Esta música é um "episódio" do bailado quebra-nozes. Se ouvirem bem, é dos momentos mais conseguidos da música clássica e da obra de Tchaikovsky em particular.

O que este vídeo tem de diferente? O sorriso de Yanna Talpis, a maestrina. Não é comum haver maestras. O sorriso de satisfação por tudo estar a sair bem, no melhor momento da música, gera um momento "audiovisual" muito interessante. A quota de mulheres é elevada na orquestra que dirige. Neste outro vídeo, no início, pode ver-se que a percussão é quase composta exclusivamente por mulheres.

Os maestros são os melhores exemplos para os líderes. Nada exige mais coordenação de tantas pessoas como uma orquestra.

A coordenação é um dos principais desafios desta música.

No vídeo, se olharmos para a cara da maestrina entre o minuto 2.00 e o minuto 3.30 vemos uma pose de elevada concentração, estamos na fase mais sensível da obra: Vão entrar os metais, e há um ralentando antes dum desenho grandioso.

Tudo corre bem, a maestrina sorri de satisfação, foi dado o salto para o sucesso. É um sorriso, que motiva os músicos, um positivismo que faz do minuto 4, o minuto mais importante da obra, o minuto com execução e coordenação perfeitas.

Na empresa, o chefe que "sorri", que reconhece, que partilha com os colaboradores o sucesso e o caminho para o sucesso, consegue harmonia e coordenação.

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publicado às 13:27


Disciplina: Empreendedorismo

por Nuno Saraiva, em 17.06.09

Tenho lido nos jornais, em alguns blogs, e apresentações de conferências, discussões, etc., a preocupação com a necessidade do emprendedorismo ser uma disciplina.


Que não fosse secundária, mas pelo menos universitária. No mínimo, que toda a preparação universitária não fosse, como hoje, direccionada apenas para apontar pessoas para o mercado de trabalho, mas para duas soluções: Mercado de trabalho, e possível criação duma empresa.


É natural que uma pessoa com os cursos de hoje em dia não tenha know-how suficiente para montar e gerir uma empresa.


Agora que penso nisso, no meu curso raramente ouvi falar em cliente, sempre o patrão, as empresas, o mercado de trabalho.


A alguns quilómetros daqui.


Estava eu a ver se aprendia alguma coisa sobre recursos humanos, recrutamento, gestão, etc., no site HRlink.in (sou de opinião que devemos estar atentos ao que se passa no BRIC, pode ser uma vantagem a longo prazo); Entrei num dos seus foruns e fui ter a um texto relativamente bom sobre a situação do emprendedorismo na Índia.


Vale a pena ler o retrato completo, para este texto destaco:



Entrepreneurship has earned a newfound respect in our country

This is a good sign for us to maintain the nine percent growth we talk about: we must create jobs and while the government can only play facilitator, the education system, especially our universities together with the industry must nurture the required ecosystem. Education needs to adapt its curriculum to encourage entrepreneurial skill sets right from high school onwards. Opportunity evaluation, risk taking, raising and leveraging resources, communications, and sales are survival skills; and these cannot be imbibed through an intensive dose later in life. If students are given opportunities to practice these skills in the relatively safe and risk-free environment of an academic institute, young people, when they do start ventures, will have higher chances of success.


Estas palavras vão exactamente de encontro ao que por cá se vai dizendo, nomeadamente nos meios ligados ao Venture Capital, Seed Capital, Business Angels, etc.


Porque é que tenho a sensação que a Índia o vai fazer muito primeiro que Portugal?


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publicado às 23:17


Mover massas é uma questão de atitude

por Nuno Saraiva, em 11.06.09
Tinha planeado escrever um post sobre Seth Godin, agora que terminei de ler um livro seu, Purple Cow, que me decepcionou um bocado. Decepcionou-me porque me interesso por marketing e algumas coisas não foram novidade para mim.

O livro foca-se na forma de publicitar e conceber um produto ou serviço. Abandona a ideia de publicitar na tv e rádio, e fazer um produto notável, e publicitá-lo através dum grupo a que chama os espirradores e que estão sempre disponíveis a experimentar as novidades e falar delas às pessoas que conhecem.

Seth comete um pequeno erro de futurologia, ao escrever num capítulo que Nokia e Motorola, já tinham inventado o telemóvel, que estavam a tentar por câmaras para enviar MMS, como um caminho fechado num mercado a estagnar (em 2002).

Curiosamente, a Apple arranjou uma vaca púrpura, o iphone, e não colocou um único anúncio na tv (bem, talvez as operadoras o tenham feito).

Ao ler hoje o blog de Seth, vi um post colocado ontem com o seguinte vídeo:

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=GA8z7f7a2Pk]

O vídeo é fascinante, por um lado, mostra como as massas são irracionais. Numa situação normal, toda a gente ficava a olhar para o maluco, simplesmente a pensar: Maluco.

O que ali aconteceu, foi que aquelas pessoas, depois de pensarem e dizerem "olha para aquele maluco", foram para lá fazer o mesmo, e divertiram-se.

E fazendo uma ponte entre o livro, e o que Seth escreveu ontem podemos concluir que os comportamento daquelas pessoas, mostra o consumidor de hoje, como estava descrito no livro.

O tipo n.º 1 teve uma ideia.

O tipo n.º2 foi um early adopter, daqueles que experimenta tudo, mesmo antes dos produtos estarem concluidos.

O tipo n.3 foi um espirrador, daqueles que experimenta e usa e espalha a notícia, quando o produto é bom.

Depois vemos os consumidores em massa, e vê-mos também os atrasados (tal como aqueles que compram uma ps2 depois de ter saído a ps3, estes chegam quando a música acabou).

É nos tipos n.3 que temos de concentrar o marketing.

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publicado às 13:26

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