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Iphone em 2001

por Nuno Saraiva, em 03.10.08
Já havia 28000 entradas em 2001.

Cisco iphone??

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publicado às 17:24


IASB

por Nuno Saraiva, em 01.10.08

Na revista da CTOC, de Setembro passado, vem publicado um artigo focando um ponto importante, neste primodial caminho que finalmente a contabilidade está a tomar.


O autor, Rodrigo António Chaves da Silva, mostra-se preocupado com a forma pouco clara, na sua óptica, como é defenida a equipa que elabora as regras, e que dita os conceitos, as normas, o que é correcto e errado. Como se diria no âmbito do Direito, quem faz a Doutrina e quem emite as Leis.


Como refere Rodrigo António Chaves da Silva, a equipa do IASB é actualmente composta por 14 membros, que não serão representativos dos países que vão aplicar as normas (que num cenário ideal seriam todos).


Ora, não vendo a situação tão grave como o autor, que associa esta equipa ao capitalismo e ao monopólio, entrado um pouco na área da política, tendo a concordar com o autor.


A equipa que decide o que está certo e o que está errado no mundo (do ponto de vista da contabilidade, claro está), não pode ser formada de cima para baixo por um grupo já instituído, sendo no entanto de louvar a iniciativa.


Concordo com a necessidade de existirem regras claras para a definição da referida equipa, cabendo a cada país de forma equitativa, de acordo com a sua importância económica, a nomeação de um pessoa, seja representante do país, ou de um grupo de países.


Num cenário ideal haveria um equilíbrio entre pessoas oriundas de instituições técnicas (no nosso caso, CNC, CMVM; CTOC, OROC e BP) e pessoas oriundas das Universidades (Doutores, Catedrádicos, professores universitários, em geral.)


O que não consigo compreender, é a proposta que este autor brasileiro apresenta.


Segundo o autor, a equipa do IASB deveria ser constituida da seguinte forma:



BRASIL: 2 pessoas
CANADA / EUA: 4
AMERICA SUL/CENTRAL: 6

EUROPA: 4
PAÍSES NÓRDICOS: 3

ÁSIA: 2
AUSTRÁLIA: 2
MÉDIO ORIENTE: 2

Foi com um sorriso que olhei para a lista acima, pois desconhecendo os critérios que lhe deram origem, parece-me absurda. Reforço: O autor pode ter em seu poder dados que desconheço, que tornem lógica esta lista, mas no contéudo do artigo, não tem qualquer base que a sustente.




  1. Não é justo que o continente africano não tenha um único representante. Fazer uma lista de novo, excluindo tanto país deste continente não faz parte do espírito que eu tenho de harmonização e da ajuda que devemos dar aos países menos desenvolvidos e qualificados, a combaterem esses handicaps,

  2. A Europa estar equilibrado com os EUA + Canadá, ainda para mais, havendo mais três representantes dos países nórdicos parece-me bem, mas 6 pessoas da América do Sul e Central? Sem contar com o Brasil? Não consigo entender porquê. Da economia não será, catedráticos? Não me parece.

  3. A Ásia tem apenas 2 pessoas, tantas quanto o Brasil. Nem nos meus melhores sonhos consigo vislumbrar um motivo, um indício que seja, que dê direito ao Brasil de ter 2 pessoas em 25 numa representação mundial (Salvo países produtores de soja, ou outra especificidade.).Poderiamos pensar, que o Brasil será dentro de algumas décadas uma potência; mas não passará de certeza de quarta, pois seguindo o raciocínio, a Ásia tem apenas 2 pessoas, e na Ásia para além do Japão, há a Rússia, a Índia e a China. Essas sim as três futuras grandes potências mundiais. E caso houvesse abertura para adoptar as IFRS (o Japão está a caminhar para tal), esses sim teriam no mínimo 1 representante cada um.


Em suma, acho que devem ser defenidos critérios, mas com cabeça, tronco e membros. E mais importante que os países de onde são originários, é, na minha opinião, garantir a homogeneídade da origem dos representantes: Associações profissionais (CTOC, OROC, IFAC); Comissões (CMVM, SEC), Bancos Centrais, etc.


link do artigo (pdf)

publicado às 23:54

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