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As coisas que há por aí

por Nuno Saraiva, em 30.10.07


No passado tinha aqui referido a estranheza de existir um blog dedicado a fotografias de cheias.

Hoje fui parar ao Nad Shot um blog que se dedica a coleccionar imagens retiradas de comics, contendo murros e pontapés nas partes íntimas masculinas.

É imensa a blogosfera.

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publicado às 23:44


Publicidade Mercedes

por Nuno Saraiva, em 29.10.07
Não sei se isto é oficial e se vem para os media. Mas é arrojado.

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publicado às 17:38


Grandes capas

por Nuno Saraiva, em 26.10.07

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publicado às 17:13


Não se faz...

por Nuno Saraiva, em 24.10.07
... uma coisa destas a um maserati.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=DdaHKvcuZ00&rel=1]

mesmo que estivesse mal estacionado e a impossibilitar a obra.
link do vídeo

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publicado às 17:18


Nomes Pomposos

por Nuno Saraiva, em 23.10.07
Quando li o OE 2008 houve algo que me iludiu. A leitura é extensa e por isso é natural que bem intencionados nos deixemos iludir.

O nome do Art.º 98 é Remuneração convencional do capital social.

E diz: Na determinação do lucro tributável do IRC, pode ser deduzida uma importância correspondente à remuneração convencional do capital social, calculada mediante a aplicação da taxa de 3% ao montante das entradas realizadas, por entregas em dinheiro, pelos sócios, no âmbito da constituição de sociedade ou de aumento do capital social.

Ora, a ideia que fica à primeira é que este benefício vai permitir uma compensação, e possivelmente a alavancagem da rendibilidade do capital em 3%.

Não vai.

Se os 3% do "dinheiro fresco" fossem abatidos à colecta, aí sim, a rendibilidade do capital (entrado em 2008) seria superior em 3%. Como é deduzido ao lucro tributável, o efeito é na realidade 3% * 25% .

Exemplo:
Vamos supor que se cria uma empresa com capital de 10.000 Euros. Se não houver incentivo podemos ter a seguinte situação no final do ano, perante três cenários:



Com incentivo:



Conclusão: É um incentivo ao investimento, mas não salva a remuneração do capital.
Por exemplo no caso do meio, continuava a ser mais rendível e de menor risco por o dinheiro no banco (não tendo em conta a criação do próprio emprego).

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publicado às 11:12


Sentimento

por Nuno Saraiva, em 22.10.07
Como é que se sentirão nestes dias os clientes do BCP que pretendendo um adiamento da prestação dumas centenas de Euros, não obtiveram sucesso.

E aqueles que não conseguiram cumprir o pagamento dos seus empréstimos de 100.000, 200.000 Euros, viram as suas garantias penhoradas?

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publicado às 00:04


Young Folks

por Nuno Saraiva, em 21.10.07
[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=51V1VMkuyx0]

(vídeo da música Young Folks - Peter, Bjorn & John )

Estava eu no outro dia a ouvir um podcast americano, quando oiço a música que mais recentemente tem sido associada à Optimus.

Parece que o podsafe veio mesmo para ficar e é um meio de divulgação. (Apesar desta banda (Peter, Bjorn & John) não ser assim tão desconhecida pois já estiveram em Paredes de Coura. Mas eu desconhecia e fiquei relativamente surpreso.

A BBDO tem feito boas campanhas para a Optimus.
(Vídeo da campanha body paint)

Quando foi a campanha da experiência optimus (aquela coisa com umas caras e uns números para andarem a telefonar / mandar sms uns aos outro e com terceiros - exemplo) tentei saber qual era a música desses anúncios (my style).. Nunca descobri.
A música é esta:http://www.youtube.com/watch?v=5FfKNMyBg5c

Qualquer dia oiço-a com certeza num podcast caseiro. (Mas se alguém souber, apite...)

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publicado às 00:23


Notas do OE 2008 (Quem sabe a desenvolver)

por Nuno Saraiva, em 16.10.07

Estive a ler a proposta para o Orçamento de Estado para 2008.


Normalmente não olho para as despesas. Tomo mais atenção para as receitas, pois são estas que alteram a vida daquelas que não são função pública e que suportam toda esta máquina do Estado.


Não olhei para números propriamente ditos, li a legislação, tarefa que em alguns pontos se torna infrutífera, pois ter uma alínea sem o resto do artigo ou a redacção anterior, nem se sabe bem do que se está a falar.


Houve quatro pontos que me chamaram a atenção. Já tinha ouvido falar de dois deles na comunicação social, outros dois nem por isso.





  1. O art.º 78 prevê um incentivo ao invistimento para PMEs. Ao lucro da empresa reduz-se o custo de oportunidade do capital (calculado em 3%), do investimento feito nesse ano (ou prestações suplementares de Capital).  É bom, pelo menos afasta a ideia que não se investe porque podemos ganhar mais no banco, sem risco.




  2. A DGCI vê alargada a possibilidade de cobrar impostos de determinadas empresas a outras empresas suas credoras. Isto é, Empresa A deve dinheiro ao Fisco - Empresa B deve dinheiro a empresa A - Fisco envia nota de liquidação de impostos da Empresa A à empresa B.




  3. As coimas para as empresas que não tenha livros de contabilidade ou não tenha o sistema do modelo de exportação de ficheiros são de 150 a 15.000 Euros.




  4. O Governo fica autorizado a criar a Ordem dos Técnicos Oficiais de Contas. Esta rubrica foi uma surpresa no seio destes profissionais. Nas discussões que havia em formações ou mesmo no fórum dos TOCS, a alteração de CTOC para OTOC, parecia ser uma coisa distante e improvável.




Se tiver possibilidade, pretendo desenvolver cada um destes temas. Desde que ainda seja adequado no tempo.

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publicado às 20:20


Clubite

por Nuno Saraiva, em 15.10.07


A selecção nacional de rugby participou no campeonato mundial da modalidade, que está a decorrer em França, e foi derrotada em todos os jogos que fez. Os jogadores desta selecção são todos amadores e foi a primeira vez que uma equipa portuguesa se apurou para o campeonato mundial: têm mérito e é compreensível que tenham perdido os jogos todos. O que não é compreensível é o endeusamento da equipa pela boca e pela pena dos comentadores desportivos nacionais, que levou o Benfica, justamente porque imbuído nesta onda pró-rugbyana, a prestar uma homenagem à equipa em pleno relvado da Luz, no intervalo de um jogo entre o Benfica e outra equipa (ainda que esta outra equipa fosse muito medíocre). E isto custou-me. Custou-me ver dois ou três tipos com um cachecol do Sportem a serem homenageados, sublinho, em pleno relvado da Luz. Autorizar que alguém entre na Luz com estes adereços é grave. Permitir que esses cachecóis subam ao relvado é ainda mais grave. Aplaudi-los é absolutamente incompreensível.

(aqui)


 


O Benfiquista que não sou. Acho bonito as imagens que passam na Sport tv nos intervalos, onde se vê amigos e casais de clubes rivais.


Viva o Sporting.

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publicado às 21:32


Escrita persuasiva - Os três R

por Nuno Saraiva, em 14.10.07
Um dos meios de comunicação mais influentes, seja para vender um produto, seja para mostrar ao nosso chefe que merecemos um aumento é a escrita.
Quando pretendemos que o que escrevemos tenha algum efeito em quem lê, devemos escrever de forma persuasiva, tentando que as pessoas que lêem ajam da forma desejada.
Este é o tipo de escrita típico dos livros de auto-ajuda: Como deixar de fumar, como emagrecer, como ter ajuda dos anjos, etc.
Não há segredo para a escrita persuasiva. Mas é uma técnica que todos devemos desenvolver.

A plataforma base é aquela que se pode denominar os três R:

Redigir para o Receptor e para o Resultado.

A escrita persuasiva não se centra em si mesma, no seu conteúdo, mas sim no resultado prático que são as atitudes de quem lê.

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publicado às 11:50

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