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Liga Record

por Nuno Saraiva, em 07.09.07

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Mais um campeonato começou e mais uma vez participei na Liga Record.


Este ano optei por uma estratégia diferente. Costumo comprar três ou quatro jogadores de topo, e, dado os preços, os restantes 19 muito fraquinhos.


Este ano não comprei Quaresma, Liedson, Helton, Luxo ou Moutinho que são jogadores que gostaria de ter e fiz uma equipa com mais jogadores menos fortes.



Os dois mais valorizados que constam no meu plantel, são Cardozo e Polga.
Nos suplentes há David Luís, que terá lugar a titular.

Não pretendo ganhar nada com isto, mas é um óptimo treino de gestão de informação / decisão.

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publicado às 17:07


Até sempre Pavarotti

por Nuno Saraiva, em 06.09.07
[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=2uYrmYXsujI]

O Cantor. A Música

(Vídeo de Luciano Pavarotti cantando Avé Maria, de Schubert)

http://www.youtube.com/watch?v=2uYrmYXsujI

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publicado às 18:04


O target-costing pode falhar.

por Nuno Saraiva, em 05.09.07

O target-costing é uma teoria que visa reduzir o custo dos produtos/serviços, eliminando os custos que os clientes alvo não valorizam.


Um exemplo clássico, que até circulava por e-mail, é o caso da empresa que teve uma enorme redução de custos diminuindo duas azeitonas em cada salada. O exemplo académico que me foi apresentado era acerca dum relógio. A empresa analisou todas as componentes,desde os ponteiros à bracelete, passando pelo material da caixa e mostrador.


Através dum inquérito aos clientes, faz-se um rating da importância das componentes, e estuda-se a eleminação ou substituição (por soluções mais baratas) das piores classificadas.


Por exemplo num restaurante, um inquérito para target-costing, podia ser um pedido para os clientes pontuarem o que para eles era mais importante:


 




  • Limpeza de pratos e talheres

  • Qualidade da comida

  • Aspecto asseado dos empregados

  • Tempo de espera

  • Ambiente (ausência de ruído)

  • Variedade da ementa

  • Variedade e qualidade das sobremesas

  • Preço

  • Carta de vinhos

  • Mobiliário (mesas e cadeiras)

  • Restante decoração do restaurante

  • Qualidade dos cafés


(Esta lista não tem qualquer fundamento teórico, é um exemplo com tópicos que me fui lembrando).


Perante esta lista, deduzo que as coisas com menos importância para os clientes seria a qualidade do café e talvez a decoração.


O gestor iria verificar que o café da marca X é muito caro. Se comprasse da marca branca do supermercado Y reduzia o custo de cada café em 0,20 Euros e nos 150 cafés por dia poupava 30 Euros, cerca de 750 Euros por mês.


Isto pode até ser verdade. Mas poderá ter impacto?


Veja-se o relato seguinte:


 





Com a anuência da minha mulher, perguntei, a uma moça, se me serviam dois cafés, pois era quase hora de almoço, mas eu tinha um compromisso e não poderia almoçar lá. Disseram-me que sim e apontou-nos uma mesa redonda, à entrada da porta, do lado direito. Ao entrar estava um casal a almoçar, se calhar, gente da casa.


 


A moça lá serviu os cafés e eu fiquei logo a dizer mal da vida, pois os cafés não prestavam para nada. Enquanto esperava o café, combinava com a minha mulher ir lá almoçar um dia destes. Mas apesar dos cafés nos desiludirem, fui compensado com um cinzeiro de pau-preto que estava sobre a mesa e que dizia em seu redor – Moçambique. Esta palavra despoletou-me os pensamentos para as costas do Índico e esqueci-me do café.



Mas quando eu bebo um café reles, fico logo com o dia estragado e mais estragado ficou quando vou pagar dois cafés que não valem nada e a moça me pede 2,20€! Claro que ninguém me mandou lá ir e se à primeira qualquer pato cai, à segunda só cai o pato que quer. Se os cafés fossem bons eu pagaria de bom grado, mas assim custou-me bem.
Resultado desta conversa. Nunca mais lá haverá almoço para mim! Não era por acaso, apesar de ser ainda cedo, que o Pôr de Sol estava vazio. Se os almoços forem como os cafés, estará tudo dito.



(aqui)


Um caso a pensar. Se os cafés fossem bons, voltaria o cliente? Quantas vezes? A quantos conhecidos falaria do Restaurante? Algum deles escreveria análises em blogs? Ou em sites da especialidade?


Eu não sei. Mas sei que há uma coisa chamada clientela, que garante a sobrevivência das empresas a longo prazo. Por outro lado há os investidores que querem lucros rápidos.

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publicado às 23:20

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