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Child marketing

por Nuno Saraiva, em 27.09.07


 Uma área do marketing pouco estudada, mas com a devida importância (cada vez mais, com os moldes que a sociedade de hoje vai assumindo), que até já tinha referido num comentário do Brand Organizer é o marketing tendo como target as crianças.

Há agora um anúncio que passa, da Optimus, onde este serviço móvel, se apresenta como essencial para o regresso às aulas. E mais: Até serve para brincar - o anúncio termina com um miúdo a ligar para outro, e mal este ate atende diz: "Liga a outro e não ao mesmo."

Este anúncio serve para criar a necessidade, e mesmo as outras operadoras vão beneficiar do seu efeito.

Na minha opinião, é uma ideia de marketing brilhante. Se a concorrência for na onda e fizer as suas campanhas também, o número de telemóveis em Portugal vai aumentar ainda mais.

O que a Optimus terá ponderado também, foi a criação duma extensão de marca (à imagem do que a Vodafone fez criando a Yorn para adolescentes).

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publicado às 09:46


O target-costing funciona.

por Nuno Saraiva, em 23.09.07

 



 


A imagem acima é a fotografia de garrafas de água em Dezembro de 2006


 


 



Esta foi tirada este ano.


E o que é que se encontra de diferente?


As tampas das garrafas de Água do Luso.


 



 


Este é um caso onde foi possível reduzir o custo de unidade produzida, num sector onde aparece uma forte concorrência a preços mais baratos.


De facto, parece-me ser consensual que ninguém se importa com o tamanho da tampa e do gargalo das garrafas de água.


A empresa reduziu a quantidade de Plástico em 190 toneladas. Além do impacto económico, este é um factor com mais-valia ambiental.


No site oficial este facto não foi colocado na responsabilidade social, mas aparece como notícia.


 



Água de Luso altera embalagens em defesa do ambiente

A Luso colocou no mercado novas embalagens de 0,33cl e 0,50cl com tampas e gargalos cerca de 50% mais pequenos que as garrafas anteriormente disponíveis, do que resultará uma redução anual de cerca de 190 toneladas do PET utilizado pela marca.
Esta alteração, integrada num projecto mais alargado de defesa do meio ambiente, deverá aplicar-se brevemente também às garrafas de 1,5l de Água de Luso.
A medida não só beneficia a empresa em termos de custos com matéria-prima, como também ajuda a proteger o ambiente, pela redução da quantidade de PET utilizado anualmente pela indústria

Notícia aqui. Fotos aqui e aqui.

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publicado às 21:53


Memórias

por Nuno Saraiva, em 23.09.07
O Youtube é imenso.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=eQJGZCsr08g]

Hoje deparei-me com uma sessão do concurso "A Amiga Olga" que a minha avó via, e por arrasto, eu via também.

Era um concurso surreal. O homem do gongo. O falso público e as exageradas palmas. As roupas.

O mundo muda.

Relacionado:

A Amiga Olga - 2ª parte

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publicado às 10:33


Target-costing pode falhar.

por Nuno Saraiva, em 20.09.07
Escreveu o Bruno:
Nunca pensei muito na ideia de target-costing. Aliás, foi a primeira vez que vi dar um nome ao conceito.

Quero só esclarecer que o conceito de target-costing é um conceito puramente económico. O modo como os produtos chegam aos clientes, a sua imagem no mercado, etc., é algo da competência dos gestores e do marketing da empresa.

Faz sentido pensar em target costing, normalmente em produtos que já passaram a fase de crescimento, e já estão implementados no mercado.
Por motivos diversos, esses produtos podem não ter a margem desejada, isto porque cada vez mais o PVP é feito pelo mercado, e já não se consegue utilizar a técnica de ao preço de custo acrescer a margem x%.

Por exemplo, temos no mercado um telemóvel com a marca y, com diversas componentes. Se aparecer um da marca z, com as mesmas características, mas mais barato, a empresa pode:

  • Reduzir o preço, e a margem (prejudicando o resultado e a remuneração do capital);

  • Confiar na sua "brand" e manter o preço (cada vez funciona menos);

  • Reduzir o preço e o custo, de modo a manter a margem (target costing).


Ora para reduzir o custo, a empresa tem de estudar e contabilizar todos os processos e componentes, e ver quais podem ser eliminados ou substituídos por outros mais baratos.

Para reduzir componentes tem que fazer um inquérito/estudo de mercado, e é neste que as coisas podem correr mal.

Num próximo post, apresentarei aqui um caso de target-costing bem sucedido, efectuado no início de 2007, de algo que nos passa regularmente pelas mãos.

A empresa reduziu os custos, maioria dos clientes nem notou e se notou não se importou, e ainda marcou pontos na consciência ambiental.

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publicado às 12:46


Low Profile ou Show Off

por Nuno Saraiva, em 18.09.07
Uma dúvida que me assalta contantemente.

 No emprego ambas as posturas parecem ter vantagens e desvantagens.

Por um lado as pessoas low profile parecem ser muito profissionais, só falam quando é preciso e maioria das vezes com razão, e não se expoem demasiado. Por outro quase ninguém repara nelas, poucos sabem quem são, e há sua volta o ambiente tende a ser tenso, dificultando até, nmho, o trabalho em equipa. Em suma, não mostram o seu valor.

 As pessoas show off, toda a gente sabe quem são, as ideias, e até as capacidades. Isto é, tornam-se tão transparentes que isso pode vir a prejudicá-las. Tendem a opinar sobre tudo, mesmo o que não dominam, perdendo às vezes a razão, e vão degradando a credibilidade.

 De vez em quando penso nisto. Eu tenho tendência natural para o low profile, mas às vezes acho que me devia expor mais, mostrando mais valor.

 Haverá alguma fórmula mágica para esta problemática?

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publicado às 18:44


Liga Record e pequenos actos de gestão

por Nuno Saraiva, em 14.09.07
Começa amanhã a sério este passatempo da Liga Record.

 O primeiro acto de gestão é a escolha dos 23 jogadores que no nosso entender venham a ser mais pontuados, mas claro tendo em conta o custo-benefício. Eu acredito que o Quaresma ao fim de 10 jogos valha 30 pontos. Mas também acredito que o João Pinto e o Cardozo, que juntos "custam menos que o primeiro, façam mais do que isso.

Cabe a cada um decidir. É um pouco como investir em acções. Investir nos activos que valem mais daqui a um ano.

Depois, há a gestão curto-prazo, decidir os onze que vão pontuar em cada jornada, sabendo que se escolhermos um jogador que não jogue pontua (-1).

Há dois tipos de factores a analisar, o calendário da jornada e as notícias (lesões, castigos, opções dos treinadores, etc.)

  • No calendário há que ter em conta as equipas adversárias, quem vai jogar contra quem. Não faz muito sentido colocar defesas que vão jogar contra um dos três grande por exemplo, serão penalizados por golos sofridos. Além disso há que ter em conta que ter na equipa muito jogadores adversários tende a causar efeito nulo - Recordo-me que há dois anos tinha na minha equipa o Ricardo Rocha e o Liedson. Os defesas são penalizados por golos sofridos (gratificados se não sofrerem), os avançados ganham pontos por golos marcados. Havia que decidir entre um e outro pois um + o outro tenderia para zero. Usando mais o coração que a razão escolhi o Rocha. O Rocha foi expulso levou pontos negativos pelos golos sofridos, pelo vermelho e pela derrota. O Liedson marcou um golo, ganhou pontos pelos dois golos do Sporting, pelo seu, pela vitória, e possivelmente por ter sido o melhor em campo. Foi um diferencial de quase 30 pontos.

  • Depois há a gestão da informação: indisponibilidades ou ausências por opção. Para esse objectivo, recorri às feeds do Destakes e criei uma pesquisa para cada jogador no Google reader. Assim basta-me ler a feed à quinta à noite, antes de decidir.


Screenshot:

 

Já é gestão q.b. para um não gestor.

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publicado às 17:45


F1: Houve em tempos um desporto…

por Nuno Saraiva, em 13.09.07
Subscrevo, todas as letras, e acrescento:

Uma vez numa reunião da empresa, para onde trabalhava, e onde se discutiam patrocínios ao Autódromo do Estoril. Alguém apresentou um estudo onde a nivel mundial, e excluíndo os países lusófonos o Estoril, era mais conhecido que Lisboa, graças à fórmula 1.

O fim do GP de Portugal  foi a primeira machadada.

As mudanças das regras e a hegemonia Shumacher, o trabalho duro.

A não transmissão da RTP foi a machadada final.

Eu também sou do tempo das 2 horas colado à tv. Mais a qualificação. São memórias.

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publicado às 23:10


O primeiro Placement

por Nuno Saraiva, em 13.09.07


 O quadro acima, foi pintado por Manet em 1882 e chama-se "Un bar aux Folies-Bergère ".

Esta foi uma óptima publicidade e deu muita visibilidade ao bar pois a obra contém o seu nome.

Além disso, e mais fantástico, há duas garrafas à esquerda e à direita (as que têm um triângulo no rótulo) que representam uma marca: A bass bear.

Rótulo

 

Nunca saberemos se Manet, teve algum benefício económico, ou apenas queria publicitar os seus gostos. Mas a marca e o bar estão lá.

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publicado às 08:00


Carisma

por Nuno Saraiva, em 12.09.07
As sete chaves para ser carismático numa organização:

  1. Ter uma boa mensagem silenciosa*

  2. Falar com autoridade

  3. Ouvir atentamente

  4. Tornar-se mais persuasivo

  5. Tirar vantagem do tempo e do espaço

  6. Maximizar a adaptabilidade

  7. Expandir a visão e ideias pessoais


* A primeira impressão

 Fonte: Tony Alessandra

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publicado às 08:54


Terrenos na Lua a 1 Euro

por Nuno Saraiva, em 10.09.07
O Duarte Diogo passou pelo Pestana e não percebeu o sucesso imobiliário. Acontece que o dito senhor lançou-se no terreno lunar, e daí o seu sucesso.

Ora vejam:

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publicado às 23:02

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