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Se fosse rico, o meu quarto…. II

por Nuno Saraiva, em 29.04.05


Quem disse que não tinha uma cadeira?? Estava era noutro lugar, perto do monitor, claro…

(a foto da lucyta estava numa outra parede)

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publicado às 08:29


LOVE

por Nuno Saraiva, em 29.04.05
Love is like oxygen...
Lucy is my air...

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publicado às 08:16


É estranho

por Nuno Saraiva, em 29.04.05
Ver outro homem naquela roupa... Mas com o tempo habituamo-nos.

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publicado às 08:11


Se fosse rico, o meu quarto….

por Nuno Saraiva, em 28.04.05

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publicado às 08:10


PSII + GT4

por Nuno Saraiva, em 28.04.05
Vou cair na tentação...

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publicado às 07:48


Trabalhos...

por Nuno Saraiva, em 27.04.05
Estou desejoso que chegue o fim-de-semana..
Há três ou quatro fins-de-semana que não sei o que é descansar, pois estive ocupado com trabalhos....
Finalmente, no próximo, vai haver RAMBÓIA!!!

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publicado às 12:57


EUREKA!

por Nuno Saraiva, em 20.04.05
Esta semana tive que fazer uma demonstração que pensei não estar ao meu alcance.. Pensei pensei pensei,, tentei tentei tentei,, e foi então que consegui.. Quando consegui, saiu-me lá do fundo do meu subconsciente a palavra EUREKA!!

Não sei onde fui buscar tal palavra, conhecia-a, mas não a utilizava, nem a ouvia há muito tempo..

Origem da palavra EUREKA
"Segundo Vitrúvio, o rei Híeron II teria decidido, no momento da sua ascensão ao trono de Siracusa, comemorar o evento depositando em um templo uma coroa de ouro puro consagrada aos deuses. Fez então contacto com um ouvires e lhe entregou uma quantidade precisa de ouro. Na data prevista, o ouvires levou ao rei uma coroa soberbamente cinzelada, cujo peso correspondia exactamente ao peso do ouro que lhe fora dado.

Pouco tempo depois, vieram insinuar ao rei que o ouvires roubara uma parte do ouro, substituindo-a, na coroa, por um peso equivalente em prata. O rei Híeron, furioso mas não sabendo como descobrir a verdade, pediu a Arquimedes que lhe fornecesse a prova da culpa ou da inocência do homem.

Preocupado com o assunto, Arquimedes dirigiu-se para as termas. Então, notou que quanto mais afundava o corpo na banheira, mais água derramava para fora. Quando o seu corpo estava totalmente imerso, uma quantidade determinada de água tinha sido derramada. Impressionado com esse fenómeno, de aparência banal, descobriu a solução para o problema de Híeron e saiu do banho precipitando-se para a casa completamente nu - pelo menos assim disse Vitrúvio - e gritando Eureka!, Eureka! - "Achei! Achei".

A água derramada correspondia ao peso em volume de água do seu corpo imerso: a sua quantidade era pois inversamente proporcional à densidade do seu corpo.
Para resolver o dilema de Híeron, bastava então estudar o comportamento do ouro e da prata na água. Se uma coroa de ouro puro imersa em um recipiente deslocava uma quantidade de água diferente de uma coroa de prata com a mesma massa, imersa nas mesma condições, é que o ouro e a prata tinham densidades diferentes; uma coroa feita de uma liga de ouro e prata teria então a sua densidade própria, diferente da densidade das duas outras coroas. Para verificar isso, bastava medir a quantidade de água que cada massa deslocava, e se houvesse divergência, uma fraude eventual poderia ser desmascarada.

Arquimedes tomou então dois objectos do mesmo peso que a coroa do ourives: um de ouro puro, o outro de prata pura. Em seguida, encheu um vaso com água até a borda e mergulhou o objecto de ouro puro e depois o de prata pura. A cada vez, mediu a quantidade de água derramada, usando um sesteiro, e viu que o ouro deslocava menos água que a prata (de fato, o valor moderno da densidade do ouro é de 19, 42; o da prata de 10, 54). Enfim, mergulhou a coroa do ourives e descobriu que ela deslocava uma quantidade de água intermediária entre a quantidade de água deslocada pelo objecto de ouro puro e pelo de prata pura. Assim, obteve a prova de que a coroa for a feita de uma liga de ouro e prata.

A questão da densidade dos corpos que foi perfeitamente percebida por Arquimedes formula-se nos tempos modernos da seguinte maneira: a massa específica de um corpo é a relação da sua massa com o seu volume (M/V), e sua densidade é a relação de sua massa específica com a da água, tomada em uma temperatura padrão de 4o C.
Aliás, admite-se que a massa específica é uma propriedade intrínseca de um corpo e não varia de um corpo homogéneo para outro. Mas depende, por definição, do volume do corpo, e a temperatura e a pressão podem modificar esse volume. A massa específica e a densidade são pois função dessas duas variáveis. Essa dependência embora muito menos sensível, também existe nos corpos gasosos e até nos sólidos."

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publicado às 08:07


Pontualidade e Condução Segura.

por Nuno Saraiva, em 12.04.05
Duas permissas importantes que tenho na minha vida são pontualidade e condução segura.

Aparentemente, uma nada tem a ver com outra:

Conduzir em segurança e de acordo com as normas, evita o risco de acidente, consequentemente reduz o número de acidentes e de feridos e mortos na estrada

Ser pontual faz parte da ética da vida. Não suporto que combinem nada comigo para determinada hora, quando nessa altura já sabem que não vão conseguir cumprir. (Não tem jeito nenhum combinar uma coisa às 9.00 e por o despertador para as 8.50)

O que une estes dois tópicos é o factor atraso. Pessoas para quem a pontualidade é importante podem ter tendência a compensar atrasos conduzindo de forma mais veloz.

No fim-de-semana passado atrasei-me para um compromisso em Lisboa e, apesar de não ultrapassar os 120, andei um pouco acima dos limites e rápido demais para as curvas de Sintra. No entanto não cometi loucuras. Se achasse que não ia conseguir chegar a horas, telefonaria imediatamente à pessoa para a alertar e acertar nova hora.

Não comi, não tomei banho, não fiz a barba; apenas lavei a cara e os dentes.

Mas honrei o compromisso: cheguei à hora combinada.

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publicado às 14:22


Pilhas

por Nuno Saraiva, em 08.04.05
Soube pelo Azenhas do Mar que o os hipermercados Modelo, estão a organizar uma campanha, em que vão entregar às escolas primárias uma pilha de livros, bastando para isso que estas escolas sejam das que mais pilhas conseguem recolher.
O melhor á aproveitar para despachar as pilhas velhas que lá estão em casa.. Ajuda-se o ambiente e ainda se pode ajudar a Escola.

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publicado às 18:01


Monserrate

por Nuno Saraiva, em 08.04.05
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Quem passa em Galamares à noite, passa pelo belo espectáculo de ver o palácio de Monserrate todo iluminado.
É bonito ver no meio da penumbra, porque os montes que o rodeiam estão em total penumbra, este edíficio amarelo de belíssima arquitectura. É muito bonito.

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publicado às 17:50


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