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Capa ridícula

por Nuno Saraiva, em 28.02.05


Mesmo as melhores revistas de BD tinham capas infelizes... como esta que mostra o casal feliz naquele cenário..

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publicado às 19:36


BB

por Nuno Saraiva, em 24.02.05

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publicado às 18:52


Sinfonia 10+

por Nuno Saraiva, em 24.02.05
Está a ser muito complicado escolher as dez obras de música clássica que mais gosto.
Nunca pensei que fosse tão complicado e ainda não tive tempo de ouvir tudo o que tenho, mas há compositores impriscindiveis:
Tchaikovsky
Delibes
Wagner
Brahms
Bach

Gosto tanto do concerto brandebuguês n.º 1, que estará no meu top de certeza.

A ouvir neste momento: Bela Bartok

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publicado às 18:38


Euro

por Nuno Saraiva, em 22.02.05
Lá para o dia 1 de Fevereiro no Abrupto discutiu-se o nome da nossa moeda.
Dos saudosistas defensores dos centavos, por ser mais fácil, por ser nosso etc., aos modernos e europeístas, afinal em todos os outros países a expressão utilizida será a tradução de cêntimos (cents).
Centavo, que nos dicionários é a centésima parte do escudo, não faria sentido, o escudo acabou, tal como os centavos, os tostões e os réis.
Além disso no período de introdução do Euro havia centavos a valer 200 centavos.

Expressões populares à parte, que surgirão, surge uma questão bem mais importante, se desejarmos fazer um contrato, em que estejam diferenciados valores abaixo de um cêntimo, como por exemplo, o preço do litro de combustíveis, ou do impulso telefónico, como o escrever por extenso?
Por exemplo para o valor € 0,012 surgem as seguintes hipóteses:
- O valor a cobrar será doze milésimos de Euro
- O valor a cobrar será um cêntimo e duas décimas de cêntimo
- O valor a cobrar será um cêntimo e duas milésimas de Euro

Outras haverá que não me ocorrem. Para mim, apesar de não ser a mais agradável, a segunda opção é a correcta.
.

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publicado às 15:08


Chuva

por Nuno Saraiva, em 22.02.05

Ainda não a vi, salvo uns 2 minutos de gotas no vidro do carro.
Apanhou-me a dormir, ou não apareceu em Sintra...

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publicado às 14:52


FFF

por Nuno Saraiva, em 21.02.05
Será que o país deixou mesmo de ser fado, futebol e Fátima? Não me parece...
Quanto tempo é que passou desde o fim da ditadura?


Não resisto a responder à pergunta colocada por Nelson Santos do Desblogueador neste post.

De facto eu entendo que Portugal continua a ter como grande marca, a marca dos três F.
É possívelmente um erro encararmos os 3F como algo relacionado com o regime Fascista.
Eu não vivi durante tal regime e não sofri na pele, mas acho que tal como um novo Governo deve aproveitar tudo o que de bom deixou o governo anterior, também após uma revoluçao as coisas boas do país devem permanecer.
Se o país, mesmo em liberdade, continua a identificar-se com os 3F, porque não assumir tal como uma coisa boa.
Já se sabe que para os intelectuais futebol é horror, para os ateus religião não existe - seguem a sua religião - e para os pastilhados fado não é nada.
Agora há vários factos que vão acontecendo, e que na realidade dão prestígio ao país e enchem milhões de portugueses de orgulho, que nos identificam e estão relacionados com os 3F:
- O Sucesso de Mariza
- O Sucesso de Dulce Pontes
- O Sucesso de Luís Figo
- O Sucesso da popularidade das equipas de futebol quando vão ao estrangeiro, nomeadamente o Benfica
- A notícia da morte da Irmã Lúcia, referida em inúmeros meios de comunicação social por todos os países católicos
- As imagens que se foram vendo (pelo menos três) de N. Sra. de Fátima e os pastorinhos nas famílias sobreviventes à tragédia do Tsunami
- Os milhares de estrangeiros que anualmente visitam Fátima - para não falar nos portugueses.
- A Organização do Euro (a boa organização)
- A prestação do ano passado do Futebol Clube do Porto

E mais exemplos haverá. Outros também, na medicina e na ciência, e na literarura talvez,
mas eu orgulho-me destes e de outros feitos de Portugal. Acho realmente que os 3F identificam o país e nada tenho a ver com ditaduras.

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publicado às 19:06


Esmola

por Nuno Saraiva, em 21.02.05
E se nada tens para dar, dá de ti, um sorriso um abraço um bom dia, dá alegria dá carinho dá apoio.
Isabel Espadinha

Não concordo. Toda a gente, salvo casos extremos, tem sempre algo de que pode abdicar. A teoria do não posso dar porque não tenho, não se aplica se pensarmos em sacrifício.
Todos temos atitudes estimuladas pelo consumismo de que podemos abdicar, desde os cigarros até às noites de copos, já não falando de outras, nem no que respeita à alimentação.

Mais importante que isto, é ainda o facto, de que sorrisos, bons dias, apoio, etc. deveriam ser acções que todos os seres humanos deveriam ter naturalmente e no dia-a-dia.
Eu não consigo entender tais acções com sacrifícios.

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publicado às 18:42


Quaresma - Esmola

por Nuno Saraiva, em 16.02.05
E que tal nestas sextas-feiras, deixar de fumar um ou dois cigarrinhos, beber um café, beber uma bebida na discoteca, e dar uma esmolinha a alguém? Ou na vertente mais segura nos dias que correm, oferecer um bolo, uma sandes ou um hamburguer a alguém realmente necessitado??

É a penitência mais simples e com resultados imediatos. Um pensamento positivo para a Humanidade.


11.No que respeita à esmola, poderão cumprir o preceito penitencial através da partilha de bens materiais. Esta partilha deve ser proporcional às posses de cada um e deve significar uma verdadeira renúncia a algo do que se tem ou a gastos dispensáveis ou supérfluos.

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publicado às 19:14


Quaresma - Oração

por Nuno Saraiva, em 16.02.05
Do mesmo documento episcopal

Determinações relativas a outras penitências
9.Nas sextas-feiras poderão os fiéis cumprir o preceito penitencial, quer fazendo penitência como acima ficou dito, quer escolhendo formas de penitência reconhecidas pela tradição, tais como a oração e a esmola, ou mesmo optar por outras formas, de escolha pessoal, como, por exemplo, privar-se de fumar, de algum espectáculo, etc.

10.No que respeita à oração, poderão cumprir o preceito penitencial através de exercícios de oração mais prolongados e generosos, tais como: o exercício da via-sacra, a recitação do rosário, a recitação de Laudes e Vésperas da Liturgia das Horas, a participação na Santa Eucaristia, uma leitura prolongada da Sagrada Escritura.

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publicado às 17:17


Quaresma - Jejum/Abstinência

por Nuno Saraiva, em 16.02.05
Para algumas pessoas não é compreensível a necessidade deste jejum/Abstinência de qualquer consumo.
A verdade é que a abstinência desde sempre tem sido fundamental ao longo de gerações, por um lado para garantir um determinado equilíbrio mental e espiritual, por outro para que possamos dar o verdadeiro valor que as coisas têm.
Hoje em dia é comum que crianças tenham tudo ao seu alcance. O não saber o que é não ter é prejudicial.
O abster-se de comida e bebida tem como fim, esse equilíbrio, mas também a tentativa de nos desligar da "atitude consumista" a que cada vez mais estamos expostos.
Hoje ao falar de jejuar, não o encaro como o não comer, não beber, ou não comer determinado tipo de alimento. Penso antes numa abstinência de meios de consumo, de estímulos. Abster-se de algo.
Hoje em dia e para muitos praticantes são considerados como dias de jejum e abstinência a Quarta-Feira de Cinzas e a Sexta-Feira Santa. Os que levam esta prática mais a sério, seguem este rito todas as sextas-feiras do período da Quaresma.

Nos últimos anos foi decidido que cada país decidiria as abstinências para as suas Diocéses, de acordo com a sua cultura.

Em Portugal, adquiriu-se o uso da abstinência pela não ingestão de carne nos dias de jejum. De facto, o documento episcopal assim o prevê. Mas para sermos justos com nós próprios, devemos interpretar tal frase como no direito: Não levando à letra, tendo em conta o âmbito e o contexto da Lei.
Em Portugal, segundo nos contam maioria dos avós - pais, viveram-se muitos anos em que a carne era o alimento mais caro e raro da alimentação duma família. Muitas vezes, a carne era só para o chefe da casa. E nesse contexto faria sentido. Por outro lado, há muitas pessoas que não gostam de peixe e será uma penitência o seu consumo.

Transcrevo por achar interessante os pontos 4 a 6 das normas estabelecidas em Julho de 1984 na Conferência Episcopal Portuguesa:

4.A abstinência, por sua vez, consiste na escolha de uma alimentação simples e pobre. A sua concretização na disciplina tradicional da Igreja era a abstenção de carne. Será muito aconselhável manter-se esta forma de abstinência, particularmente nas sextas-feiras da Quaresma. Mas poderá ser substituída pela privação de outros alimentos e bebidas, sobretudo mais requintados e dispendiosos ou da especial preferência de cada um.

Contudo, devido à evolução das condições sociais e do género de alimentação, aquela concretização pode não bastar para praticar a abstinência como acto penitencial. Lembrem-se os fiéis de que o essencial do espírito de abstinência é o que dizemos acima, ou seja, a escolha de uma alimentação simples e pobre e a renúncia ao luxo e ao esbanjamento. Só assim a abstinência será privação e se revestirá de carácter penitencial.

Determinações relativas ao jejum e à abstinência
5.O jejum e a abstinência são obrigatórios em Quarta-feira de Cinzas e em Sexta-feira Santa.

6.A abstinência é obrigatória, no decurso do ano, em todas as sextas-feiras que não coincidam com algum dia enumerado entre as solenidades. Esta forma de penitência reveste-se, no entanto, de significado especial nas sextas-feiras da Quaresma.


.

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publicado às 16:33

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