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A Flauta Transversal é um instrumento que geralmente existe nas bandas filarmónicas. É um instrumento importante, pois é ela que, geralmente, toca os sons mais agudos do conjunto. Normalmente é-lhe atribuído um papel com melodia, para que conjuntamente com clarinetes e trompetes, possam dar um timbre naturalmente agudo ao conjunto da melodia principal. Por vezes tem papel destacado e tem como função o contra-canto, que é a resposta à melodia principal. Este último caso acontece principalmente em marchas de procissão.

NS







Apontamento histórico



A flauta transversal, existiu na China por volta de 900 a.C., mas só em 1500 d.C. chegou à Europa. Nos anos que se seguiram a familia das flautas ganhando destaque na música de câmara.



No final do século XVII foi redesenhada pela familia Hotteterre e em vez de ser feita como uma única peça foi contruída com três peças, ou juntas e uma chave. Era esta a flauta utilizada nas orquestras no final do século XVIII.



Gradualmente foi sofrendo alteraçôes até que em 1847 o construtor de flautas alemão Theobald Boehm a aperfeiçoou, apresentando o modelo tão popular nos nossos dias. A flauta cilindrica de Boehm é feita de metal ou madeira, com treze ou mais furos controlados por um sistema de chaves, que se extendem por três oitavas.

Fonte (história): tuis

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publicado às 12:21


Carta do mano do Zé das Couves

por Nuno Saraiva, em 15.09.04
Gostei muito de ler este post no Life, The Universe and Everything, dado que neste assunto, penso que o movimento feminista tende a ser um pouco injusto.

Eu, pessoalmente, ficaria muito triste, se tivesse gerado uma vida conjuntamente com outra pessoa e essa pudesse acabar com ela sem que eu tivesse algo a dizer.

Já me custa aceitar que se possa acabar com uma vida, apenas porque assim se decidiu.. Mas essa decisão ser unilateral custa muito mais...



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publicado às 09:50


Beijo na Cama

por Nuno Saraiva, em 13.09.04
To Lucy






Toulouse-Lautrec

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publicado às 09:23


Azenhas do Mar

por Nuno Saraiva, em 13.09.04
Sábado houve uma sardinhada e febrada da banda de Colares, da qual sou elemento. Depois desta, (cheio como um abade, como diria a minha avó) fui até às Azenhas beber um café e uma Frize limão.. sozinho, por opção, que sou dos que defendo que devemos estar sozinhos de vez em quando.

Passei pelo jipe do Azenhas que continua à procura de novo dono e fiquei apenas pela Mirazenha.

Desci a pé até lá abaixo ao mar, sentei-me e fiquei calado e não se ouvia nada.. Só o mar...

Há muito tempo que não estava assim. Eu e o mar. A brisa estava fresquinha... quase perfeita. Tinha passado antes na Praia Grande e lá estava bastante calor. Ali estava muito bem.. 40 minutos passaram e fui para casa.

Quero que haja sempre sítios assim. Onde se possa deixar de ouvir a civilização.

Sinto que as Azenhas têm algo especial que muitas pessoas não se apercebem..

É o som do mar...

O silêncio da civilização...

Ou será apenas o efeito da Maresia??

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publicado às 08:49


O Sucesso do Eléctrico

por Nuno Saraiva, em 13.09.04
O eléctrico foi uma das melhores ideias que houve para a zona de Sintra.

Quando vejo o eléctrico a passar em Colares sinto-me feliz. Olho para as pessoas e vão todas felizes..

É um passeio engraçado diferente. O eléctrico vai devagar.. Demora 45 minutos de Sintra à Praia das Maçãs.. No fundo é como se as pessoas estivessem a fazer um tratamento de paciência como naquele livro do Paulo Coelho que o peregrino tem que percorrer em duas horas o trajecto que normalmente demoraria meia.. (ou coisa assim, escrevo de memória)

Houve uma altura em que o eléctrico ia até às Azenhas do Mar. Parece que não teve sucesso quer por acarretar elevados custos quer porque a clientela não o utilizava muito. Hoje achava formidável que ele fosse até às Azenhas. Seria uma tarde fabulosa, levar a Lucy a passear de eléctrico de Sintra às Azenhas, comer umas ameijoas ou uma lambujinha no Brisa do Mar, namorar com o frio da maresia e voltar umas horas depois.

Agora é, como se costuma dizer, um pau de dois bicos! Para o eléctrico chegar às Azenhas é porque estas estão in demais.. Para continuarem sítio de amantes do cheiro a maresia não chega lá o eléctrico.

Acho que prefiro a segunda opção... razões no post seguinte.



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publicado às 08:31


Quadra Popular

por Nuno Saraiva, em 10.09.04
Eu hei-de casar com uma velha, oh Maria

E muito me hei-de rir!

Hei-de pôr a cama bem alta, oh Maria

Para a velha não subir!

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publicado às 12:08


Fim de Stress

por Nuno Saraiva, em 09.09.04
Passado os primeiros dias úteis do mês, passou também o stress altíssimo.



Quando se trabalha na área financeira duma multinaciona, deixa de se viver nos primeiros dias de cada mês... Vive-se enterrado em números. Nem namorada, nem amigos, nem café, nem praia, nem internet nem nada.



Números números e mais números!



É como se no dia 30 adormecesse e só voltasse a acordar dia 7. Este mês atrasei-me e só agora acordei para a vida.

Regressei hoje à leitura bloguista.



Até já tinha saudades disto....

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publicado às 08:07

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