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Pois pá: Pasmem-se

por Nuno Saraiva, em 09.11.06
Já conhecia isto, mas fico sempre com a sensação que é um trabalho impressionante.

Pedro Paulo Pereira Pinto, pequeno pintor português, pintava portas,paredes, portais. Porém, pediu para parar porque preferiu pintar panfletos.Partindo para Piracicaba, pintou prateleiras para poder progredir.Posteriormente, partiu para Pirapora. Pernoitando, prosseguiu paraParanavaí, pois pretendia praticar pinturas para pessoas pobres. Porém,pouco praticou, porque Padre Paulo pediu para pintar panelas, porémposteriormente pintou pratos para poder pagar promessas. Pálido, porémpersonalizado, preferiu partir para Portugal para pedir permissão para papaipara permanecer praticando pinturas, preferindo, portanto, Paris.Partindo para Paris, passou pelos Pirineus, pois pretendia pintá-los.Pareciam plácidos, porém, pesaroso, percebeu penhascos pedregosos,preferindo pintá-los parcialmente, pois perigosas pedras pareciamprecipitar-se principalmente pelo Pico, porque pastores passavam pelaspicadas para pedirem pousada, provocando provavelmente pequenas perfurações,pois, pelo passo percorriam, permanentemente, possantes potrancas. PisandoParis, permissão para pintar palácios pomposos, procurando pontospitorescos, pois, para pintar pobreza, precisaria percorrer pontosperigosos, pestilentos, perniciosos, preferindo Pedro Paulo precaver-se.Profundas privações passou Pedro Paulo.Pensava poder prosseguir pintando, porém, pretas previsões passavam pelopensamento, provocando profundos pesares, principalmente por pretenderpartir prontamente para Portugal. Povo previdente! Pensava Pedro Paulo...Preciso partir para Portugal porque pedem para prestigiar patrícios,pintando principais portos portugueses.-Paris! Paris! Proferiu Pedro Paulo.-Parto, porém penso pintá-la permanentemente, pois pretendo progredir.Pisando Portugal, Pedro Paulo procurou pelos pais, porém, Papai Procópiopartira para Província. Pedindo provisões, partiu prontamente, poisprecisava pedir permissão para Papai Procópio para prosseguir praticandopinturas. Profundamente pálido, perfez percurso percorrido pelo pai.Pedindo permissão, penetrou pelo portão principal. Porém, Papai Procópiopuxando-o pelo pescoço proferiu:-Pediste permissão para praticar pintura, porém, praticando, pintas pior.Primo Pinduca pintou perfeitamente prima Petúnia.-Porque pintas porcarias? Papai, - proferiu Pedro Paulo,-Pinto porque permitiste, porém, preferindo, poderei procurar profissãoprópria para poder provar perseverança, pois pretendo permanecer porPortugal.Pegando Pedro Paulo pelo pulso, penetrou pelo patamar, procurando pelospertences, partiu prontamente, pois pretendia pôr Pedro Paulo para praticarprofissão perfeita: pedreiro!Passando pela ponte precisaram pescar para poderem prosseguir peregrinando.Primeiro, pegaram peixes pequenos, porém, passando pouco prazo, pegarampacus, piaparas, pirarucus.Partindo pela picada próxima, pois pretendiam pernoitar pertinho, paraprocurar primo Péricles primeiro. Pisando por pedras pontudas, PapaiProcópio procurou Péricles, primo próximo, pedreiro profissional perfeito.Poucas palavras proferiram, porém prometeu pagar pequena parcela paraPéricles profissionalizar Pedro Paulo. Primeiramente Pedro Paulo pegavapedras, porém, Péricles pediu-lhe para pintar prédios, pois precisava pagarpintores práticos. Particularmente Pedro Paulo preferia pintar prédios.Pereceu pintando prédios para Péricles, pois precipitou-se pelas paredespintadas.Pobre Pedro Paulo, pereceu pintando..."Permita-me, pois, pedir perdão pela paciência, pois pretendo parar parapensar... Para parar preciso pensar. Pensei. Portanto, pronto pararei.

publicado às 12:25


1 comentário

De LFM a 08.12.2006

é de facto impressionante.

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